Covid-19: Muitas dúvidas e poucas certezas!
Covid-19: Muitas dúvidas e poucas certezas! | Foto: Reprodução

Depois da notícia estrondosa a nível mundial, começamos a ouvir também que se tratava da pandemia do Covid-19. 

Por Eduardo Veronese da Silva

Mais de trinta dias se passaram depois que houve a divulgação pública (para toda população), acerca da chegada do coronavírus em território brasileiro. A partir de então, começou a surgir uma nova palavra no vocabulário jornalístico o COVID-19 e, logo em seguida, tornou-se comum para qualquer cidadão brasileiro. Primeiramente, vale lembrar que esta sigla foi criada e é usada pela equipe de médicos e cientistas de um País. A primeira parte da sigla, significa Coronavírus, enquanto que a segunda, faz a referência do ano em que foi descoberto ou diagnosticado.

Endemia, Epidemia e Pandemia

Depois desta notícia estrondosa a nível mundial, começamos a ouvir também que se tratava duma pandemia. E aí, vem a nossa primeira pergunta: por que pandemia? Qual a diferença de endemia ou epidemia? Vamos começar pela Endemia, pois trata-se de uma doença que existe constantemente em determinado lugar, vindo a acometer um número maior ou menor de indivíduos. A Epidemia é um surto (grande elevação) de doença contagiosa que ataca numerosos indivíduos ao mesmo tempo. A Pandemia trata-se também de uma epidemia, mas que atua de forma generalizada e que abrange (alcança) uma vasta região ou País, num curto espaço de tempo.

Durante esse tempo de clausura num mesmo ambiente (em casa), passamos a pensar mais sobre muitas e diversas coisas. Passamos a ler mais, assistir muitos jornais televisivos, filmes e séries diversas, entre outras ocupações criadas e esquecidas por nós. Ou, ainda, recriamos tantas outras. E aí, enquanto desenvolvia uma tarefa domiciliar, veio uma pergunta na mente: o ato de pensar mais do que o normal sobre diversas coisas e assuntos, inclusive sobre a Pandemia, tem a capacidade de nos tornar sábios?

Achei interessante este questionamento, tendo em vista que passamos a assistir e ouvir muitas informações acerca deste fenômeno social, por variados tipos de pessoas, entre eles, artistas, empresários, apresentadores de programas de rádio, televisão e outros online, médicos de todo tipo de especialidades, parlamentares, cidadãos comuns (iguais a mim), e tantos outros. O interessante disso tudo, é que parece que todos, sem exceção, se tornaram Mestres e Doutores sobre o tema. E eu faço uma pergunta para você, que também se reporta a mim: Você se considera sábio?            

Provérbios 9.4-6,8-10: “Quem é simples volte-se para aqui. Aos faltos de entendimento diz: Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que tenho misturado. Deixai os insensatos, e vivei, e andai pelo caminho do entendimento (…). Não repreendas o escarnecedor, para que te não aborreça; repreende o sábio, e amar-te-á. Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio; ensina ao justo, e ele crescerá em entendimento. O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e a ciência do Santo, a prudência”.

Gosto muito deste texto dos Provérbios do sábio Salomão. Sempre usava uma fala em sala de aula ou em palestras, de que o verdadeiro sábio não é aquele que fala ou ensina, mas sim, aquele que aprende com seus alunos (ouvintes). Portanto, não penso em ser sábio, mas continuo buscando aprender com meus alunos/mestres, para que possa crescer, mas na “graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pedro 3.18).

1. O Fenômeno Coronavírus

Depois deste primeiro pensamento que me impulsionou a criar esta primeira pergunta; lembrei-me dum programa infantil que assistia muito com minha filha (Elisa/5 anos), mas tempo que não paramos mais para vermos, o Show da Luna. O interessante deste programa infantil, trata-se de sua fala acerca de vários assuntos, quando diz: São tantas perguntas? E em cada episódio, ela, seu irmão e um amigo (bichinho), partem em busca das respostas. Muito interessante e educativo!

Desta lembrança, veio a ideia de usar da mesma estratégia do desenho, mas não teremos como viajar no tempo, espaço e vivenciarmos sobre a descoberta (a resposta como ocorre lá). Sendo assim, a cada pergunta proposta por nós, tentaremos responde-las com as palavras de autoridades da área de saúde (Brasil e Internacional), como também de outras categorias profissionais e do dicionário de língua portuguesa. Vamos começar?

O que é um vírus?
  • Trata-se de um parasita (animal ou vegetal) intracelular (vive no interior das células) que transmite doenças contagiosas.
E o Coronavírus?
  • É uma ampla família de vírus, sendo que destes, somente foram detectadas seis delas. Neste caso específico, ele foi identificado ou classificado como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars-CoV-2). Se existe o Sars-CoV-2, há, também o Sars-CoV-1. O que ele significa? Ele foi denominado de Mers-CoV-1, como sendo uma Síndrome Respiratória do Médio Oriente, mas que surgiu pela primeira vez no fim de 2002, também na China.
  • Por volta dos anos de 2002 e 2003, ocorreu um surto da doença que resultou em mais de 8000 (oito mil) contágios, provocando cerca de 800 mortes em todo o mundo. Depois, houve um intervalo entre os anos de 2004 a 2012, sem nenhum registro de novos casos da doença. Presumiram-se de que a doença teve origem em gatos-de-algália infetados por morcegos e, posteriormente, vendidos em mercados abertos. No mesmo ano de 2012, foi detectada na Arábia Saudita uma nova variante de Mers-Cov-1 (coronavírus).
De onde surgiu o coronavírus?
  • Segundo divulgado pela imprensa, na cidade de Wuhan, na China.
Como foi seu surgimento?
  • Alguns sites registram que se deu por meio de um morcego. Muitas pessoas cogitaram de ter sido criado em laboratório (chamando-o de vírus chinês). Muitos especialistas da área médica descartaram esta ideia.
Qual seu período de incubação?
  • Geralmente os vírus tem entre 1 a 7 dias para manifestar seus sintomas.
Quais são seus principais sintomas?
  • Como trata-se de uma doença respiratória, são: tosse, febre, falta de ar, dificuldade de respirar e cansaço.
Como podemos ser infectados?
  • Em contato com pessoas ou objetos infectados, pelo ar e estando em aglomerações (locais abertos ou fechados), saliva, etc.
Como outras doenças, tem um grupo que corre maior risco de contágio?
  • Todas ás pessoas e de todas as especialidades, foram unânimes em afirmar de que seriam “pessoas idosas, de 60 (sessenta anos de idades) e acima”.
Como posso infectar alguém?
  • Da mesma forma, infectado ter contato com pessoas, inclusive contaminá-los com utensílios ou objetos usados por você.
Existe um tempo estimado de vida deste vírus?
  • Esta pergunta teve respostas diversas, para uns, três dias (plástico, metal etc.), para outros, mais de três dias.
Quais os cuidados preventivos pessoais?
  • Evitar contatos com pessoas e locais de aglomeração (isolamento social), higienização com água e sabão, fazendo uso também de álcool (70% em líquido ou em gel). Toda vez que for à rua, quando retornar, retirar sandálias ou sapatos do lado de fora de casa, limpando-os com água e sabão. A roupa deve ir para o molho (água e sabão em pó) e depois ser lavada etc.
Temos medicamentos para combater este vírus (Fármacos)?
  • A grande discussão se deu nesta questão. Muitos profissionais, inclusive pessoas que foram infectadas, se trataram com Hidroxicloroquina (remédio contra malária e doenças autoimunes) + Cloraquina (logo que surgiu os primeiros sintomas) e/ou Azitromicina, refreando o avanço da doença. Outros profissionais dizem não adiantar nada (desde que o infectado esteja em estágio avançado da doença) e que esses medicamentos podem trazer complicações cardíacas.
Qual tempo para se criar uma vacina para combater este vírus?
  • Outra questão muito polêmica e controversa. Uns especialistas afirmam que levaria de 1 (um) a 2 (dois) anos. Outros dizem entre 8 (oito) meses a 1,6 (um ano e seis meses).
Depois de estabelecido num País ou numa determinada região, quanto tempo leva para atingir o “Pico”?
  • Esta foi outra resposta bem confusa, entre outras coisas, acabou por destituir gestores de seus cargos. Numa delas, dizia que seria em meados do mês de abril (anteriormente disseram que se daria em março). Depois passou para o mês de maio e, assim por diante. Diante dessas oscilações, houve por parte de muitas pessoas, o pensamento de que a estimativa do resultado esperado por eles, era de que seria parecido com o ocorrido em outros países, isto é, uma elevação repentina dos infectados (e de mortos).
  • Como não ocorreu como previam, jogavam a data para frente. Me fez lembrar de um acontecimento que ficou marcado em nossa história. Muitas pessoas estimaram uma data para o fim do mundo. Muitos venderam tudo que tinham, mas a data chegou e nada aconteceu. Então, a primeira iniciativa foi a de marcar uma nova data para tal acontecimento. Esta atitude, talvez, insana, acabou trazendo muitos problemas, inclusive mortes (suicídios).

Vamos à última pergunta para fecharmos este tópico:

Qual a estimativa de infectados ou de mortes no Brasil?
  • Não sei se vocês assistiram ou leram em algum jornal ou site, mas ouvi de alguns: teremos 1 milhão de mortes e, de outros, entre 1,5 a 2 milhões, entre outras estimativas estapafúrdias: “O Brasil está entre os países citados. Em caso de nenhuma estratégia de isolamento e de enfrentamento da pandemia, o Brasil poderia ter mais de 1,15 milhão de mortes devido à Covid-19. Com estratégias de supressão rígidas para toda a população, que são aquelas que buscam bloquear a circulação do vírus, o estudo diz que o número de mortes pode ser reduzido para 44,2 mil” (Fonte: G1-Globo, 27/03/20).
  • Por fim, assisti uma fala do Presidente da República (20/04/20), afirmando de que 70% (setenta por cento) dos brasileiros serão infectados. Ele não inventou esta porcentagem, com certeza, seus assessores (Ministério da Saúde etc.) o informaram. Vocês que são matemáticos e cientistas, façam as contas e vejam qual o número total de pessoas, que possivelmente serão infectadas. Lembrando de que o fato de ter sido infectado, não quer dizer que resultará em óbitos.

2. Doença do Passado com pontos em comum ao COVID-19

Pessoas que nasceram por volta do ano de 1975 a 1980, com aproximadamente 45 anos de idade (ou mais), deve lembrar quando surgiu uma doença desconhecida no Brasil chamada AIDS (1981). Termo vindo do idioma inglês – Acquired Immunodeficiency Syndrom. Para nós, ficou sendo conhecida popularmente como SIDA. Igualmente a chegada do coronavírus, ou seja, sem termos a certeza de que as informações que estão sendo passadas (também na época), são corretas e verdadeiras, na maioria das vezes, evitávamos: apertos de mãos, abraços e beijos, aproximação e contato com o sangue de outra pessoa (saliva e suor), entre outras coisas.

Em poucos anos de seu surgimento, a SIDA ou o HIV, contagiou muitas pessoas rapidamente, provocando muitas e muitas mortes. Para lembrarmos, mas sem citar nomes, muitos cantores e atores que estavam no auge de suas carreiras profissionais, foram acometidos e morreram. Quero abrir um parêntese, para descrever um fato ocorrido comigo em serviço: – Trabalhava no Policiamento Rodoviário de Trânsito (PRE-02), cobrindo a área de Vila Velha até a Praia do Sol (depois de Ponta da Fruta). Numa madrugada (por volta das 02h00), fui acionado para atender uma ocorrência na Avenida Santa Leopoldina (Coqueiral de Itaparica). Um veículo havia parado no meio da rua, com apenas um elemento dentro (o condutor), com atitudes suspeitas. Em lá chegando, tomamos as precauções de praxe, me aproximei do veículo e observei, num primeiro momento, que o indivíduo parecia estar embriagado.

Percebi que tentava tirar o cinto de segurança e sair, mas não conseguia (faltava força), mas não estava bêbado. Entramos em contato com a família e socorremos o mesmo (não havia 192/SAMU) para o Hospital Santa Mônica. Tivemos informações depois, que se tratava duma pessoa diagnosticada como soropositivo (infectado pelo HIV). Aquela informação nos deixou muito e muito preocupados. Mas, graças a Deus estamos vivos até hoje.

Numa pesquisa feita pela internet, encontrei como resultado, de que cerca de 37,9 milhões de pessoas estavam infectadas com o HIV em 2018. Deste montante; 36,2 milhões eram de pessoas adultas e, 1,7 milhão era de crianças (menores de 15 anos). Por fim, cerca de 8,1 milhões de pessoas não sabiam que estavam vivendo com HIV. Contraíram a doença (estavam infectadas) e não sabiam: *Este último dado, te lembra alguma coisa dos dias atuais em que estamos vivendo? (Fonte: UNAIDS, 2018). Desde sua descoberta até o final de 2018, entre 32 a 40 milhões de pessoas morreram de AIDS. Dando continuidade a este tópico, registraremos pontos em que a AIDS (HIV) tem algo em comum com o COVID-19 (Sars-CoV-2):

2.1. Em que ano e país surgiram?
O primeiro registro da AIDS foi em 1930, na África, tendo sido feita a transmissão do macaco para o homem. Entretanto, houve muita contestação acerca deste registro e a data do ocorrido (parecido com o coronavirus). Séculos depois, houve o registro da primeira morte (1959). Nos EUA, em 1981, ocorreu a morte de um comissário de bordo, que teria transmitido para várias pessoas, a notícia chegou ao conhecimento de todos. Por conta disso, ficamos sabendo de seu surgimento aqui no Brasil. Decorridos entre 5 a 7 anos, a doença estava afetando várias pessoas em diversos países, inclusive no território brasileiro e com óbitos.

2.2. De onde surgiram?
A SIDA em Kinshasa (Congo – África) e o COVID-19, em Wuhan (China). Somente neste ponto que eles se diferem.

2.3. O que são?
Doenças contagiosas originárias de espécies diferentes de vírus.

2.4. Como surgiram?
Cogitam-se ter sido do Sistema Imunológico Viral (SIV), ou seja, do mecanismo de defesa de animais:

a) Aids: do chipanzé e do macaco-verde africano. No chipanzé foi classificada como HIV-I; muito agressivo e mortal e, no Macaco-verde africano de HIV-II menos agressivo (demora mais tempo para manifestar a doença), mas também letal. Acredita-se que foi na África central, pelas tribos locais que caçavam esses animais, inclusive, domesticavam alguns.

b) Covid-19: de morcegos e outros animais (cachorros etc.), não muito agressivo (para pessoas jovens e saudáveis), mas mortal. Os idosos (60 anos ou mais) e/ou pessoas com patologias crônicas (hipertensão, pneumonia, asma, obesidade mórbida etc.).

2.5. Como foram classificadas:
Aids (HIV) ou SIDA, sendo que os infectados foram denominados de soropositivos. No Brasil, ficou sendo conhecido como HIV-III ou LAV-vírus associado à linfadenopatia, isto é, qualquer processo que afeta os nódulos linfáticos. O coronavírus ou COVID-19 significa: Co – de corona (formato duma coroa), VI – vírus, D – doença e 19, o ano de seu surgimento.

2.6. Quais são os sintomas principais?
a) Aids: Febre, Fraqueza, Diarreia, Tumores cutâneos (relacionados a pele).
b) Covid-19: Febre, tosses, dores musculares, problemas respiratórios e falta de ar, perda do olfato e paladar.

2.7. Existe grupo com maior risco de contrair a doença?
Na AIDS, listaram os homossexuais (gays), prostitutas, usuários de drogas (principalmente injetáveis), negros, pobres, entre outros. Chamou-nos atenção, que começou a surgiu Profissionais da Área de Saúde infectados pela doença.

No COVID-19, disseram que, quase com unanimidade, os Idosos (de 60 anos para cima). Com maior gravidade letal, se já tivesse Doenças Crônicas (hipertensão, problemas cardíacos, pneumonia, asma etc.). Fugindo á estatística (desse grupo), pessoas jovens foram e estão sendo infectadas (morreram) e estão morrendo. Além disso, muitos Profissionais da área de Saúde (na linha de frente do combate) estão sendo infectados e morrendo.

2.8. Motivos possíveis das mortes?
Em grande parte delas, acredito que se deu por falta dos cuidados e orientações preventivas das autoridades públicas e sanitárias dos países e regiões afetadas. Ou, em muitos casos, por não saberem que estavam infectados (assintomáticos). Este termo na medicina, significa que um paciente pode ser o portador de uma doença, mas não apresenta nenhum sintoma. E estes, acabam contaminando seis vezes mais o número de infectados, inclusive muitos destes, virão a óbito.

– AIDS: os cuidados básicos, são: evitar ter múltiplos parceiros sexuais; fazer sempre o uso do preservativo, higienização de agulhas, seringas e outros instrumentos de uso hospitalar, entre outros.

COVID-19: isolamento pessoal (em casa), evitar aglomerações (fora de sua casa), higienização pessoal e de objetos (álcool líquido 70% e em gel), evitar aperto de mãos, abraços e beijos (distanciamento de 2 metros), não ficar em lugares fechados com outras pessoas, entre outros.

Vamos parar por aqui, pois o assunto não acaba, mas gostaríamos de lembrar, que tanto numa doença (HIV) quanto noutra (COVID-19), bebes, crianças, jovens, mulheres e idosos, foram e continuam sendo infectadas. Destes muitos irão vencer a doença, mas também, tantos outros não resistirão. Esta é a triste realidade

Conclusão

Como ainda é tudo muito novo e incerto, vamos continuar fazendo o possível para nós nos mantemos imunes (sem sermos infectados) pelo Covid-19 e, se formos contaminados, conseguirmos passar por cima desta terrível doença e, mais ainda, sem transmiti-la para quem tanto amamos: nossa Família e Familiares. Que Deus nos proteja e nos abençoe. Amém!


Colabore com o trabalho do portal Seara News, contamos com seu apoio para ampliar e fortalecer nossa atuação, acesse agora apoia.se/searanews e faça sua doação.

Seara News 25 anos

DEIXE UM COMENTÁRIO ABAIXO
Siga Seara News no Twitter, no Facebook e Instagram
“O primeiro portal cristão no Estado do Espírito Santo”
Artigo anterior“Eu perdoei a família Kim”, diz cristão norte-coreano
Próximo artigoA Fé
Eduardo Veronese
Tem Licenciatura Plena em Educação Física pela UFES; é Bacharel em Direito pela FABAVI/ES (hoje Rede Docttum); Pós-graduado em Direito Militar pela UCB (RJ); Capitão da Reserva Remunerada da PMES; e Membro da Assembleia de Deus Nova Vida, em Vila Velha-ES. Autor dos livros: 1. Drogas: conhecendo suas origens, legislação e seu poder, para se prevenir contra este mal. 2ª ed. São Paulo: Biblioteca 24 horas, 2012. 2. Saga de Um Vencedor. 1ª ed. São Paulo: Livre Expressão, 2014. 3. Manuscritos Sagrados: o Pentateuco e os Livros Históricos do Antigo Testamento. 1ª ed. São Paulo: Biblioteca 24 horas, 2017. 4. Revendo Nossos Relacionamentos. 1ª ed. São Paulo: Editora Biblioteca 24 horas, Outubro/2019.

ESCREVA UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui