Vencido pela depressão, pastor comete suicídio em Orlândia (SP)

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Pastor comete suicídio em Orlândia (SP), vencido pela depressão
Pastor Rafael Octávio, da Catedral do Avivamento de Orlândia, se suicidou pulando de uma ponte na cidade de Orlândia (SP). (Foto: Reprodução)

O pastor Rafael Octávio, da Catedral do Avivamento de Orlândia, se suicidou pulando de uma ponte na cidade de Orlândia (SP).

A triste notícia de mais suicídio de pastor causou perplexidade nos evangélicos brasileiros. Na tarde desta terça-feira (27) pastor Rafael Octávio colocou fim à própria vida pulando de uma ponte na cidade de Orlândia, no interior de São Paulo.

Rafael Octávio era pastor da Catedral do Avivamento de Orlândia, era casado e pai de uma menina. Seu suicídio teria sido consequência de um quadro depressivo. De acordo com informações obtidas, o pastor lutava contra a depressão e, mesmo com medicamentos não estava superar. Por isso já não estava ativo nos trabalhos ministeriais da Catedral do Avivamento, igreja liderada pelo pastor e deputado Marco Feliciano (PODE-SP), que lamentou sua morte nas redes sociais.

“Lamento o ocorrido! Como é grande a dor de perder um filho espiritual, e como é grande o peso de cuidar de tantas almas doentes e nem sempre ter alguém para cuidar da nossa própria! Quero pedir a você que nesse momento ore pela família Octávio e por seu líder espiritual, seja ele padre ou pastor”, disse Feliciano nesta quarta (28).

Rafael deixou a esposa Aline, a filha Maria Eduarda e os pais, o casal de pastores Valdeci e Roseli, que são líderes da Catedral do Avivamento.

A psicóloga cristã Marisa Lobo também lamentou a morte de Rafael e alertou sobre a gravidade da depressão. “Estou triste, porque os conheço há anos, estive em sua igreja, há duas semanas, conversamos e vi a luta psicológica em que vivia. Não estamos livres dessa doença”, disse nas redes sociais.

“A depressão é como uma dependência química grave, a pessoa quer sair dela, mas não consegue, perde o livre arbítrio. Precisamos urgentemente ajudar pastores e líderes que, muitas vezes, ou quase que na totalidade das vezes, não tem com quem desabafar”, destacou a psicóloga.

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