Transformando a nação: Por que o povo geme?
A realidade de uma sociedade | Foto: Pixabay

É perceptível que a realidade de uma sociedade, na maioria dos casos, é fruto de suas escolhas.

Uma nação não pode ser transformada com desmandos, pichações, queima de pneus, obstrução de vias, discursos de ódio, resistência e desobediência civil, mas com “Ordem e Progresso” e, sobretudo, com ações construtivas de pessoas transformadas e tementes a Deus, que respeitam direitos, trabalham, oram pelas autoridades constituídas, buscam a paz e a justiça, e fundamentam seu voto nos valores imutáveis do evangelho.

Não se iluda! A guerra política pelo poder é, antes de tudo, uma guerra entre reinos invisíveis.

O modo como você pensa, se expressa, age, reage e vota indica qual reino você representa e por quem você realmente milita.

Você até pode dizer que não gosta de política, mas o indiferentismo sempre favorece os maus, e ficar em cima do muro, além de demonstrar covardia, implica em conivência.

Não é sem motivo que Martin Luther King disse: “O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética… O que me preocupa é o silêncio dos bons”.

É perceptível que a realidade de uma sociedade, na maioria dos casos, é fruto de suas escolhas. Numa democracia são os eleitores responsáveis por avaliar propostas, discursos, programas de governo, cartilhas de partidos, e até a vida dos candidatos, para então, fundamentados, escolherem seus legisladores e governantes.

O modo como os políticos se posicionam em relação a certos temas como liberdade, aborto, família, ideologia de gênero, respeito aos direitos, economia etc., indicarão não apenas seu viés ideológico, mas também sua posição em relação aos valores do reino de Deus revelados nas Escrituras. Digo, a posição deles e também dos que neles votam.

É por isso também que o cristão deve votar com consciência, e sempre à luz do entendimento da Palavra de Deus.

Diz a Bíblia: “Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme”, e ainda “O rei que exerce a justiça dá estabilidade ao país, mas o que gosta de subornos o leva à ruína” (Provérbios 29.2,4).

No caso do Brasil, creio que isso explica o momento difícil atual: ele é fruto de escolhas inconsequentes de pessoas que governaram e governam com irresponsabilidade, que roubaram e ainda roubam escancaradamente, e que institucionalizaram a corrupção já existente, mas que “nunca antes na história deste país” havia atingido patamares tão elevados. Não é sem motivo que o povo está gemendo.

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