Teólogo responde à crítica de pastor sobre a comemoração dos 109 anos das Assembleias de Deus no Brasil
Roney Cozzer, presbítero da Assembleia de Deus e mestre em teologia. | Foto: Seara News

O teólogo Roney Cozzer rebateu o comentário feito pelo pastor Granconato na sua rede social em tom de ofensa, acusações e crítica à celebração, aos líderes e fiéis da Assembleia de Deus no Brasil.

A Assembleia de Deus chegou ao Brasil por intermédio dos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, que aportaram em Belém, capital do Estado do Pará, em 19 de novembro de 1910, vindos dos Estados Unidos. A princípio, frequentaram a Igreja Batista, denominação a que ambos pertenciam na Suécia. Eles trouxeram a experiência pentecostal da doutrina do batismo no Espírito Santo, que tem como evidência física a glossolalia — o falar em línguas espirituais.

Em 18 de junho de 1911, os missionários fundaram a igreja adotando o nome de “Missão de Fé Apostólica”, e mais tarde, em 18 de janeiro de 1918, por sugestão de Gunnar Vingren, passou a chamar-se “Assembleia de Deus”, considerando a fundação das Assembleias de Deus nos Estados Unidos, em 1914.

Na última quinta-feira (18), a Igreja Assembleia de Deus no Brasil, que se tornou a maior denominação evangélica do país, completou 109 anos de fundação.

Assim como outros sites cristãos, o portal Seara News também publicou matéria sobre os 109 anos de existência da Assembleias de Deus no Brasil, que apesar da Covid-19, foi comemorada por todos os seguidores da denominação no país.

Entretanto, no mesmo dia da comemoração, o pastor Marcos Granconato, de São Paulo, publicou em sua rede social um comentário a respeito dos 109 anos da Assembleia de Deus no Brasil, em tom de ofensa, acusações e crítica à celebração e a todos os assembleianos, como se houvesse na terra um ministério único ou agremiação que seja perfeito – onde está o homem, ali há problemas. E, certamente, não haveria uma variedade gritante de linhas de pensamento teológico, as quais geraram uma enorme gama de ministérios denominacionais, arminianos, calvinistas, etc.

Em sua publicação, o pastor Granconato escreveu que “não há muito que comemorar”. Além de pontuar os atos da denominação como fraudes, heresias, escândalos, etc., também criticou as reuniões da igreja chamando de “cultos baderneiros”; recriminou a prática dos dons espirituais como o batismo com o Espírito Santo, e disse que os pastores são despreparados.

Nossa redação conversou com o presbítero Roney Cozzer, mestre em teologia e membro da denominação há quase 20 anos. Em resposta às críticas, gravou um vídeo rechaçando as afirmações do pastor Granconato concernentes às Assembleias de Deus no Brasil, seus líderes e membros.

Assista ao vídeo abaixo e tire suas conclusões sobre a gravidade das desinformações compactadas pelo pastor da Igreja Batista Redenção em São Paulo.


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1 COMENTÁRIO

  1. A resposta do Prof Roney Cozzer aos ataques do então Pr Granconato aos pentecostais principalmente as igrejas Assembleia de Deus foi bem a altura. De forma respeitosa, Prof Cozzer defende suas origens, e se posiciona com maestria e categoricamente espiritual. Bem verdade muito precisa ser mudado e feito, porém, é inaceitável receber críticas dessa magnitude sem se manifestar. É vergonhoso ver isso de um “pastor”. Parabéns Prof Roney Cozzer pela bravura, hombridade e sensatez. Em nome dos pentecostais, lhe agradeço!

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