Redução da maioridade é questão de justiça!

Por Robson Aguiar

Venho escrevendo exaustivamente sobre esse tema. Concordo com o Reinaldo Azevedo em número, gênero e grau, quando fala do tema, não se trata de querer resolver o problema da violência, que, diga-se de passagem, existe em todo o mundo, e sim, de fazer justiça.

Sobre a violência, a diferença é que em alguns lugares os crimes são raros e em outros como no Brasil, a violência se tornou parte do nosso cotidiano.

A grande questão está ligada a justiça, matou, roubou, sequestrou, tem que ser exemplarmente punido. O castigo é bíblico, e se na Lei de Talião, no código de Hamurabi, era dente por dente, olho por olho, na Lei de Moisés, até o adultério era penalizado com a lei capital, desonrar os pais também tornava o agressor candidato a morte por apedrejamento.

Nunca resolveremos o problema da violência, não existe país sem polícia, agora podemos dar a família das vítimas uma resposta que amenize a dor da perda de um ente querido, que foi vítima de marginais. Podemos fazer justiça.

Reduzir a maioridade, na prática vai reduzir a sensação de impunidade que paira nessa nação.

Finalizando, digo que temos que ter uma reforma no código penal que diminua o número de leis utópicas e acentue as punições, tirando regalias dos presos, tais como visita conjugal, regime semiaberto, indultos, etc.

Em minha opinião, preso é preso. Visita, só se fosse divida por grades, sem contato físico e apenas uma vez por mês.

Sei que estou falando de sonhos, porque aqui tem um grupo muito forte que está no poder cooperando diuturnamente para o aumento da violência nesse país, são ONGs ligadas a criminosos e intituladas de Direitos Humanos, que trocam a defesa do cidadão pelo apoio a bandidos.

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