Primeira-dama de Uganda incentiva casais e a evangelização
Presidente Yoweri Museveni e sua esposa Janet durante as orações. (Foto: Eagle)

Janet K. Museveni, primeira-dama de Uganda, defende que as igrejas usem todo o potencial das ferramentas digitais para evangelizar e levar Deus para a vida das pessoas.

A primeira-dama de Uganda, Janet Kataaha Museveni, ao participar de uma palestra recente incentivou os casais a fazer de Deus o centro e a maior prioridade de seus casamentos.

Em sua mensagem a 25 casais em Kampala, Janet pediu aos noivos que vejam o casamento como um voto solene de compromisso, não apenas de um com o outro, mas também com Deus.

Ela detalhou que será difícil criar filhos estáveis ​​e tementes se os pais não resolverem ter Deus como a prioridade da vida.

Museveni observou que muitos jovens cristãos foram enganados ao acreditar que, para se casar, precisam ter muito dinheiro para gastar na recepção do casamento.

“Isso impediu que muitos se casassem e às vezes até os colocaram em relacionamentos indesejáveis. O verdadeiro trabalho do casamento começa assim que os votos são feitos”, disse Janet, que também exerce o cargo de ministra de Educação e Esportes.

Janet diz que o evangelismo é uma das formas para levar Deus para a vida das pessoas. Para isso, a primeira-dama diz que as igrejas precisam usar o potencial das mídias sociais.

Ela aconselhou os pastores de Uganda a aproveitar ao máximo o alcance da mídia digital para divulgar a mensagem do evangelho de Jesus Cristo.

‘Alcance fenomenal’

Janet disse que, embora haja um lado sombrio nas mídias digitais e sociais, ela reconhece, que a Igreja hoje está “estrategicamente posicionada” para combater as “influências negativas” dessa nova invenção e também “satisfazer a fome espiritual de milhões de pessoas”. Segundo ela, o evangelismo eletrônico deu à Igreja um alcance que nunca teve.

“Todos devemos levar muito a sério o presente que Deus nos deu nesta era, o meio da televisão, e tentar maximizar seu impacto na mudança da maneira de pensar das pessoas”, declarou.

“Quando nosso Senhor Jesus Cristo estava saindo da terra para retornar à Sua glória no céu, ele deixou Seus discípulos com um mandamento encontrado no evangelho de Mateus 28: 18-20”, lembra Janet.

Ela diz que “o comando foi dado a um punhado de homens em Jerusalém na época, mas era uma comissão destinada a todas as gerações subsequentes de crentes em todo o mundo de Deus”.

“E embora possa ter parecido uma tarefa difícil para aqueles poucos primeiros discípulos, Deus sabia que pelo poder de Seu espírito, isso aconteceria”, disse a primeira-dama.

Ferramentas para evangelização

“Em nosso tempo, tivemos o privilégio de testemunhar o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, cobrindo o mundo inteiro e alcançando quase todas as famílias. Portanto, devemos agradecer a Deus, em primeiro lugar, pela invenção inspirada do rádio e da televisão, que missionários e evangelistas cristãos reconheceram como excelentes ferramentas para fins de evangelização e difusão do evangelho do Reino de Deus aqui na terra”, acrescentou.

A primeira-dama diz ainda que “com a igreja eletrônica ampliando seu alcance por meio de podcasts na Internet, redes sociais, programas de rádio e sermões na televisão, tanto que hoje é possível adorar online”.

Janet Museveni alertou que hoje os usuários de mídia digital em Uganda enfrentam “poluição mental”, que é tão perigosa quanto a poluição física.

Para que as igrejas alcancem seu objetivo evangélico, Janet diz que o líder cristão deve adotar programas destinados a incentivar o crescimento e a maturidade espiritual, não o dogmatismo e a conformidade.

“[O televangelismo] é mais eficaz quando é modelado no próprio método de comunicação do evangelho de nosso Senhor Jesus. Um modelo que se afasta da compreensão da mídia como uma poderosa ferramenta de manipulação de audiências para um modelo que leva em consideração a lógica do público”, disse.

“É claro que existem alguns perigos que devemos observar nas transmissões cristãs. Uma delas é que alguns indivíduos inescrupulosos usam o meio para manipular seu público para obter ganhos materiais”, alertou.

Ela ainda afirmou que “há também outro perigo oculto, contra o qual devemos nos proteger. Os televangelistas nunca devem substituir ou tornar-se o substituto do pastor na igreja local. Quero acreditar que, para o crescimento espiritual, nada pode substituir uma comunhão com outros membros da igreja e comunidade local sob a liderança do pastor de alguém”.

Impactar e influenciar

“Atualmente, a tarefa de comunicação do Evangelho é maior do que antes. Mais formidável, porque as pessoas estão se tornando mais móveis e menos dedicadas à reflexão e contemplação espiritual. Mais preocupadas com prioridades materiais do que com a verdade eterna”, declarou.

Para Janet, isso exige iniciativa e inovação. “Precisamos encontrar mais caminhos para impactar e influenciar a mente e a cultura das pessoas”, sugere.

Com informações do Guiame

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