Pressões governamentais e sociais sobre a religião crescem em todo o mundo
Culto em igreja incendiada na Nigéria. Dos 4.136 mortos por serem cristãos no mundo, 90% foi na Nigéria | Foto: Portas Abertas

Intolerância religiosa e extremismo em países islâmicos aumenta a perseguição aos cristãos no mundo.

Pressões governamentais e sociais sobre a religião crescem em todo o mundo. Se você acompanhou a Lista Mundial da Perseguição da Portas Abertas nos últimos anos, sabe que as restrições, o assédio e a violência contra a igreja cristã têm aumentado globalmente.

Agora, o Pew Research Center, um dos parceiros da Portas Abertas, publicou seu próprio relatório anual que afirma a mesma tendência geral.

O relatório Pew conclui que, de 2007 a 2017, “as restrições governamentais à religião – leis, políticas e ações de funcionários do Estado que restringem crenças e práticas religiosas – aumentaram acentuadamente em todo o mundo”.

Enquanto o relatório do Pew considere todas as fés, a Lista Mundial da Perseguição se preocupa com a igreja cristã.

O Pew mede as pressões governamentais e sociais sobre a religião; a Lista Mundial da Perseguição mede a interação de vários “mecanismos” de perseguição em várias esferas da vida cristã, do pessoal ao nacional.

Seus métodos podem ser diferentes, mas a Lista Mundial da Perseguição e o novo relatório do Pew chegam a um ponto similar: os governos estão aumentando as restrições aos cristãos, e o número de países onde eles experimentam os mais altos níveis de pressão e intolerância religiosa está aumentando. “A pressão e a hostilidade continuam altas no Oriente Médio e no Norte da África”, diz o relatório da Pew, mas as áreas onde as condições estão se deteriorando mais rapidamente incluem a Europa e a África Subsaariana.

Segundo a Portas Abertas, existem mais de 245 milhões de cristãos perseguidos hoje no Mundo. A Lista Mundial da Perseguição foi criada há mais de 25 anos e pesquisa mais de 150 países, classifica os 50 países que mais perseguem cristãos no mundo.

Concomitantemente, em Washington, nos Estados Unidos, na semana passada, representantes da Segunda Conferência Ministerial para o Avanço da Liberdade Religiosa, organizada pelo Departamento de Estado dos EUA, aprovaram uma declaração conjunta pedindo a revogação das leis anti-blasfêmia do Estado, que pretende proteger os cristãos de hostilidades e perseguições. O que a declaração afirma é usado para intimidar as minorias religiosas.

O Secretário de Estado dos EUA, Michael Pompeo, anunciou a criação da Aliança Internacional para a Liberdade Religiosa, para “reunir países de pensamento similar para enfrentar os desafios da liberdade religiosa internacional”.

Pompeo também anunciou o lançamento do Fundo Internacional para a Liberdade Religiosa para prestar assistência rápida às vítimas de perseguição em todo o mundo. “As vítimas dos atentados a bomba da Igreja da Páscoa no Sri Lanka são um exemplo”, disse ele.

Portas Abertas

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