Pregadores, a nossa vida não pode desmentir a nossa língua.

Muitas vezes condenam em público o pecado que vivem em secreto

Pregadores, muitos dos nossos sermões, como ministros de Deus, quando o orgulho sobe ao púlpito, manda calar a glória de Deus para dar progresso a Satanás na Igreja.

Acontece que, almejamos muito ver o arrependimento dos nossos ouvintes, mas o nosso nem a trave se mostra para com Deus.

Queremos ver lagrimas dos nossos ouvintes, mas nossos olhos continuam secos para com a mensagem.

Muitas vezes condenamos em público o pecado que vivemos em secreto.

Declaramos em público que somos servos de Deus, quando na verdade somos servos do inimigo.

Corações cheio de desunião, inveja ministerial, mostram a igreja como uma facção e não coluna da Verdade.

Permita-me dizer que Deus quer igreja e não facção. Ele quer a nossa simplicidade e não a nossa dureza. A simplicidade exalta a Deus, mas a dureza humilha-O.

O medo de sermos contraditos, torna-nos como “novos papas evangélicos” da modernidade.

Pregadores, cuidemo-nos para não realizar a obra de Deus com motivações erradas. No céu não entraremos por ser ministros, mas por ser humanos verdadeiramente convertidos à Cristo.

Deve quebrar nossa vida, quando contemplamos pessoas que se intitulam como ministros amando mais aplausos humanos, quando Deus chora a cada instante por essa conduta.

Não vamos menosprezar a ninguém, mas cuidemo-nos de verdade.

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