Pastor Marcos Pereira: STF decretou a anulação da sentença e o fim da prisão
Pastor Marcos Pereira sendo recebido pelos amigos e membros da ADUD

O pastor Marcos Pereira deixou a prisão acompanhado por familiares e amigos

Por Paulo Pontes

O pastor Marcos Pereira, preso desde maio de 2013, foi solto nesta quarta-feira (24), véspera do natal. Segundo a SEAP – Secretaria de Administração Penitenciária, a Justiça aceitou o pedido de habeas corpus. E com o alvará de soltura assinado pela Justiça o pastor foi libertado da prisão, podendo voltar para sua casa em São João do Meriti (RJ).

O pastor Marcos Pereira que é líder e fundador da Igreja Evangélica Assembleia de Deus dos últimos Dias deixou a prisão acompanhado por familiares e amigos.

O pastor Marcos Pereira passou a ser alvo de investigações da polícia após ser denunciado por um pastor dissidente da ADUD e pelo coordenador do grupo AfroReggae. As denúncias ligavam o pastor Marcos ao crime organizado do Rio de Janeiro, que além de relações com os criminosos também liderava rebeliões nas cadeias. Durante as investigações também surgiram denúncias de que o pastor abusava sexualmente das fiéis da igreja. O pastor foi preso e condenado a 15 anos de prisão, passando a cumprir pena no Complexo Prisional de Bangu 2.

De acordo com informações de agências, todas as acusações contra o Pr. Marcos Pereira foram falsas, o que levou o STF decretar a anulação da sentença e o fim da prisão.

A notícia logo se espalhou pelas redes sociais. A filha do pastor, Nívea Silva, escreveu que a inocência de seu pai foi provada. “Foi provado a inocência do homem de Deus. Todas as acusações foram falsas. O STF decretou a anulação da sentença e o fim da prisão”. Milena Pretah postou foto do alvará de soltura, e o cantor Waguinho postou uma foto onde aparece o pastor Marcos Pereira, sua filha e familiares ainda no carro momentos depois de receber da justiça do Rio de Janeiro a autorização de liberdade.

Os membros da ADUD organizaram uma celebração especial para receber o pastor Marcos Pereira.

Pastor Marcos Pereira: STF decretou a anulação da sentença e o fim da prisão
Pr. Marcos Pereira entre os membros da ADUD

“Jesus, nós queremos te agradecer por tudo! Nosso pastor está livre graças a Tua poderosa mão! Hoje a comemoração vai ser grande no monte!”

A jovem Natasha, completando mais um ano de vida, se emocionou ao afirmar que o maior presente que Jesus poderia lhe dar foi concedido: ”A liberdade do nosso pastor. Glória a Deus!”

Em nota oficial, divulgada em rede social, a igreja destacou o discurso do pastor Marcos Pereira: “…que a experiência de ter sido preso injustamente foi um privilégio onde se pode conhecer ‘na carne e na alma’ as mazelas que o injustiçado e seus familiares passam”.

Leia abaixo a nota da Assembleia de Deus dos Últimos Dias:

Nota Oficial ADUD

O STF determinou, através de liminar, que o pastor Marcos Pereira da Silva fosse posto em liberdade e na tarde desta quarta feira, véspera de Natal, os membros e amigos da Assembleia de Deus dos Últimos Dias receberam o presente que tanto pediram a Deus.

Em meio a muita emoção, o líder da ADUD foi recepcionado com abraços, palavras de apoio da família, dos membros e amigos e chegou a ser levantado e levado para dentro do templo onde o aguardavam.

Foram quase dois anos privado de sua liberdade e, em discurso, pastor Marcos ressaltou que a experiência de ter sido preso injustamente foi um privilégio onde pode conhecer “na carne e na alma” as mazelas que o injustiçado e seus familiares passam.

Foi uma tarde inesquecível onde, mais uma vez, o Senhor Jesus mostrou que todas as coisas estão sob Seu controle. Ele escolheu a data do natal para atender aos pedidos de tantos crentes e amigos que durante esse período difícil, sempre estiveram presentes em orações e carinho.

A ADUD agradece a Deus e a todos os amigos.

Que este Natal tão especial, a Fé em Cristo Jesus se multiplique no coração de cada um.

1 COMENTÁRIO

  1. Faço minhas as palavras do Pastor Marcos Pereira: discurso do pastor Marcos Pereira: “…que a experiência de ter sido preso injustamente foi um privilégio onde se pode conhecer ‘na carne e na alma’ as mazelas que o injustiçado e seus familiares passam”.

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