Os asiáticos precisam de Cristo

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Os asiáticos precisam de Cristo

Fazer o nome de Jesus conhecido entre aqueles que nunca ouviram dEle, esse tem sido um norte para nossos missionários na Ásia, entre eles Ael e Bel Oliveira. Com isso em mente e no coração, o casal pode desenvolver diferentes atividades, inclusive o que Ael e Bel chamam de “viagem de incursão e reconhecimento”. Foi uma dessas viagens que nossos missionários realizaram recentemente entre aldeias de um grande país asiático com o objetivo de alcançar mais povos com a mensagem da esperança do Evangelho de Cristo e também implantar um ministério nessa localidade.

A viagem foi longa, pois se trata de uma região remota encravada nas montanhas. Ali vivem pessoas, povos inteiros que não têm a mínima ideia de quem é Jesus.

“Ali vivem sete diferentes povos, dentre os quais estávamos interessados em visitar um em especial. Deixamos o lugar onde estávamos hospedados e já percebemos, como esperado, que éramos uma atração no lugar”, conta Ael Oliveira.

No dia seguinte, os missionários visitar as vilas. Na primeira, não foram muito bem recebidos, pois mesmo as pessoas sendo cordiais, mostravam-se claramente incomodadas com a presença do casal, que seguiu para a próxima aldeia.

Ali, a recepção foi completamente diferente. O dono de um pequeno comércio local foi muito caloroso, convidando Ael e Bel para se sentarem e conversar.

“Além dele, as crianças do local também se aproximaram, mesmo tímidas no começo”, conta Bel. “Passamos mais de duas horas entre eles e, em meio a esse tempo, pudemos aprender sobre a cultura do povo, um pouco da história, da língua e também falar sobre a Palavra de Deus com aquele senhor”, acrescenta.

“Compartilhamos a história da multiplicação dos pães e peixes. Não sabemos até que ponto ele absorveu, mas pudemos lançar uma pequena semente e esperamos poder voltar e lançar mais sementes”, diz Ael.

“Aproveitamos para perguntar se ele sabia quem era o Jesus da história, e ele respondeu que já tinha ouvido falar no nome de Cristo uma vez quando trabalhou na cidade grande. Mas que só sabia que o nome existia. Também perguntamos a ele se sabia o que era a Bíblia, e tampouco fazia muita ideia. Compartilhamos com as crianças sobre o Filho de Deus por meio de jogos e músicas, tudo de maneira muito cuidadosa, porém clara, na esperança de que o Evangelho entrasse em seus corações como boa semente”, ressalta Ael.

Os missionários definem a viagem ao interior do grande país asiático como um “grande privilégio”, pois “levar a Palavra a uma região onde ninguém antes havia ouvido de Jesus” faz seus corações se apertarem diante dos enormes desafios de se levar o Evangelho até esses povos. Ael e Bel também passaram por mais três vilarejos asiáticos registrando dados importantes sobre o povo dali, o que certamente será muito válido para o ministério de evangelização no Extremo Oriente.

Por Willy Rangel

Fonte: JMM

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