O Sacerdócio Celestial
Escola Dominical – Subsidio da Lição 13: “O que precisamos saber obre o Sacerdócio Celestial”.

Subsidio da Lição 13: “O que precisamos saber obre o Sacerdócio Celestial”.

Caros professores e alunos, chegamos ao final de nossas lições referentes ao santo Tabernáculo. Esta ultima, portanto, apresenta-nos o Sacerdócio Celestial, este envolve unicamente a pessoa de Jesus. Temos, portanto três expressões chaves nesta lição: “sacerdócio celestial, sacerdócio universal e Tabernáculo perfeito”.

Uma sintética cronologia do que já estudamos até aqui

1 – O Tabernáculo Lugar da habitação de Deus – Nesta casa típica o culto ao Deus eterno acontecia diuturnamente tendo o propósito de sempre manter Senhor perto da nação hebreia;

2 – Os Artesãos do Tabernáculo – Estes foram os responsáveis pela indumentária dos administradores do santuário sagrado;

3 – Entrando no Tabernáculo – o Pátio – Este local atuava como ponto de partida central para a chegada no local mais sagrado de todos, seria impossível chegar lá sem passar pelo pátio inicial;

4 – O Altar do Holocausto – Este indicava a morte do ego daqueles que almejavam o santo dos santos;

5 – A Pia de Bronze – Lugar de Purificação – Esta era responsável por conterá água que lavaria por inteiro os ministros que atuavam no interior do Tabernáculo;

6 – As Cortinas do Tabernáculo – Estas, além de servirem para a divisão entre Pátio e Lugar Santo, também trazia a memória dos israelitas os quatro principais símbolos de Jesus como superior a tudo que se achava dentro do Tabernáculo;

7 – O Lugar Santo – Este indicava que o ministro estava mais perto do trono de Deus, e que para chegar lá bastava continuar humilhado e dependente do Altíssimo;

8 – O Lugar Santíssimo – Este continha a peça mais original que atuava como protótipo do que se acha no céu (a Arca);

9 – A Arca da Aliança – Esta servia para representar todos os demais objetos interiorizados no Tabernáculo, ou seja, ela era a estaca central que os seguravam de pé lá dentro;

10 – O Sistema de Sacrifícios – este refletia a obra perfeita do Cristo ressurreto que se concretizaria na plenitude dos tempos em períodos neotestamentários;

11 – O Sacerdócio de Cristo e o Levítico – Este duplo cenário servia para resumir duas verdades inquestionáveis: “a perfeição superior da obra de Cristo versus a imperfeição dos próprios administradores do Tabernáculo e bem como do próprio Tabernáculo e das vítimas que lá dentro eram mortas”;

12 – A Nuvem de Glória – O foco central deste elemento inanimado é deixar acesa na mente dos israelitas duas coisas: “que Deus sempre esteve em cima deles, e que a mesma deixou o templo devido seus terríveis atos de desobediência”.

Definições gerais

Sacerdócio Levitico – Do lat. Sacerdotium, investidura divinamente amparada que autorizava os filhos de Levi a ministrar diante do altar de Jeová e a interceder pela nação hebreia com o objetivo de torná-la propícia diante de Deus (H5.1,2).

Sacerdócio Araônico – Do lat. Sacerdotium, divina investidura conferida a Arão e a seus filhos com o objetivo de presidir o ministério levitico; e entrar no Santo dos santos, uma vez por ano, para fazer expiação pelos pecados do povo (Ex 28; Hb 5.4).

Sacerdotalismo – Do lat. Sacerdotium, mais ismo, doutrina católica-romana, que tendo como modelo o sistema levitico do Antigo Testamento, o homem somente pode achegar-se a Deus mediante os ofícios medianeiros de um sacerdote (humano).

Sacerdócio Universal – Prerrogativa concedida por Cristo Jesus a todos os que nele creem, por intermédio de seu sacrifício vicário, entrar na presença de Deus sem necessidade de qualquer mediador terreno (Hb 10.19-23).

Sacerdos Impeccabilis – literalmente significa sacerdote sem pecado. Titulo conferido a Jesus Cristo, a fim de assinalar-lhe a função sacerdotal; ser o mediador de uma melhor aliança entre Deus e o homem (Hb 12.24).

Esclarecimentos referentes ao Sacerdócio Celestial de Cristo, ao Sacerdócio Universal da Igreja, e ao Perfeito Tabernáculo Eterno

1 – Jesus não intercederá por nossos pecados no céu – isso ele já fez na cruz e aqui na terra.

2 – O título sacerdócio celestial entra em vigor simplesmente para explicar que não precisamos mais de mediadores na terra para interceder pelos pecadores – depois que o tabernáculo literal foi fechado, Jesus assumiu o papel que exercia todos os sacerdotes e sumo sacerdotes, ele sozinho foi capaz de entrar uma única vez na presença do pai para advogar as nossas causas de ofensas contra a lei do antigo e do novo testamento. Os que tentarem abrir um novo tabernáculo para oferecer uma nova ordem humana de sacrifícios fará papel de tolo.

3 – Comprovar que a doutrina católico-romana referente a uma exclusiva classe de sacerdotes está errada e totalmente fora do que se acha na epistola aos hebreus – saiba que os objetos que faziam sombras apontando o novo testamento se tornaram realidade e não existem mais. Estas sombras até podem existir na mente daqueles que não aceitam o sacrifício de Jesus como obra completa e consumadora do que se achava no antigo tabernáculo de madeira.

4 – Mostrar que a chegada do supremo sacerdócio celestial de Cristo, abriu portas para um melhor e novo sacerdócio cristão que tem a igreja como representante principal, (ou seja, por meio de Cristo cada cristão individualmente oferece sacrifícios espirituais a Deus).

5 – E por fim temos o pensamento central referente ao sacerdócio celestial – saiba que no céu Jesus não deixará de ser o nosso eterno e perfeito sumo sacerdote, lá estará ele com sua missão não de interceder por pecadores, mas sim de ordenar e administrar como sacerdote perfeito o tabernáculo perfeito e eterno não feito por mãos humanas.

Para refletir:

  • Educação eficaz não funciona como truque de mágica, ela é real e não trabalha com fantasias”.
  • “Filosofar sobre educação e não a praticar, é como dar soco no vento”.
  • “Uma sociedade mal-educada tem o poder de destruir uma nação inteira”.

(Eneias S. Ribeiro).

 Bibliografia
Dicionário teológico – Claudionor Correa de Andrade

Leia também:
– Lição 11 – O Sacerdócio de Cristo e o Levítico
– Lição 12 – A Nuvem de Glória
Saiba mais sobre o autor: Enéias S. Ribeiro
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1 COMENTÁRIO

  1. Excelente material, prof. Eneias Ribeiro. Acredito que todos os leitores, alunos, professores e superintendentes de Escola Dominical foram auxiliados pelos subsídios das lições, elaborados pelo renomado teólogo.

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