O poder da mulher que ora

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"Meu marido chorou e pediu perdão pelos anos de negligência, olhos roxos, contusões e até mesmo pela sua infidelidade. Ele disse que queria ir à igreja comigo".

O poder da mulher que ora

Em países da Ásia Central, como o Cazaquistão, é comum que a mulher seja a primeira do casal a se achegar à fé e sofrer agressões do marido por causa de sua decisão. Através de vários projetos de literatura, a Portas Abertas fortalece e traz esperança a essas mulheres, incentivando-as a orar e acreditar que seus maridos podem ser transformados por Jesus.

Pelo fato de haver pouca literatura cristã disponível em países muçulmanos da Ásia Central, a Portas Abertas oferece também (a pedidos) livros de ficção para os cristãos. Esses livros podem trazer resultados surpreendentes. "Uma das cristãs no Cazaquistão estava orando por sua amiga havia algum tempo", conta um colaborador da Portas Abertas. "Essa amiga, vamos chamá-la de Aijan *, teve uma infância difícil e de muita rejeição, desenvolvendo uma personalidade de 'mal-amada’. Ela sempre tratou as outras pessoas com aspereza e, como resultado, perdeu muitos amigos".

Aijan queria mudar, mas não sabia como. Uma colaboradora da Portas Abertas, que atua na região orou por Aijan, explicou o Evangelho para ela e lhe deu alguns bons romances de ficção para que pudesse ler, mais especificamente a trilogia "Marcas de um leão", escrita por Francine Rivers. Esses livros provocaram nela um desejo de pertencer a Jesus. As orações e esses livros foram fundamentais em sua jornada de fé. Finalmente, ela conseguiu mudar o seu comportamento. Fez novos relacionamentos e retomou o contato com amigos antigos. As duas senhoras estão orando a Deus pedindo um marido amoroso para Aijan".

Encontrar um esposo que ame a Deus é um enorme desafio em países da Ásia Central, como o Cazaquistão. É ainda mais difícil manter um casamento quando o marido é muçulmano. E, na maioria das vezes, as pessoas se convertem depois de terem se casado. Isso dá aos homens mais um motivo para repudiar suas esposas, algo muito comum em tais culturas.

Veja a história de Rita*: "Assim como muitos outros homens do Cazaquistão, seu marido estava desempregado e era um alcoólatra agressivo. Por mais de oito anos, Rita, que trabalha como empregada doméstica, provia a única renda para a família e sofria maus tratos".

Um dos livros que Rita ganhou foi "O poder da mulher que ora", que a inspirou a orar por seu marido sem cessar. Um dia, ela chegou do trabalho e encontrou o marido sóbrio e cortando madeira. Ela pensou que era um evento extraordinário, que não se tornaria hábito. Mas por duas semanas ele não foi beber na casa de seus amigos. Em vez disso, consertou e pintou o galpão. Finalmente, eles decidiram conversar sobre as mudanças repentinas de seu marido. Ele chorou e pediu perdão pelos anos de negligência, e por sua infidelidade. Ele disse que queria ir à igreja com ela".

Em uma breve nota de agradecimento, Rita diz: "Sei que tudo o que vejo acontecendo agora é obra de Jesus Cristo. Meu marido continua frequentando a igreja e participa de um grupo de estudo da Bíblia. Meus filhos também o perdoaram. Eles até o chamam de ‘pai’ agora". Rita viu o poder da oração. "Vou continuar orando por meu marido. Espero que o ministério de vocês nunca pare. Que continuem transmitindo amor aos sedentos da graça de Deus.

Estamos à espera de mais livros. Agradeço a Portas Abertas e aos irmãos do mundo todo que têm abençoado nossa vida".

*Os nomes foram alterados por motivo de segurança.

Fonte: Portas Abertas

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