O Brasil é conservador e vai continuar assim por um bom tempo

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“O novo Congresso é, seguramente, o mais conservador do período pós-1964”, disse Antônio Augusto Queiroz, diretor do Diap, lamentando a escolha dos eleitores brasileiros.

O Brasil é conservador e vai continuar assim por um bom tempo

Por Robson Aguiar

Ninguém melhor que os evangélicos para defender as minorias. Somos contra toda sorte de violência, ao mesmo passo que defendemos posições duras contra o crime, seja ele praticado por quem quer que seja.

Mas, defendemos valores importantes e antigos, que a escória da sociedade quer destruir, alegando que os tempos são outros e a sociedade mudou. Concordo que estamos vivendo uma nova era e que é preciso nos posicionar em relação a o que há de novo.

Agora, há de se convir, que podemos aprovar ou reprovar os novos hábitos e conceitos, respeitando sempre os contrários, mas, não sendo obrigados a apoiar aquilo que ofende os nossos princípios.

Os novos grupos vão surgindo, são pessoas que querem legalizar a droga, formalizar o casamento gay, ter a liberdade de praticar o aborto, inclusive com o financiamento público, pessoas que querem pichar muros em nome da arte e como maneira de expressar indignação, ser bígamos e polígamos sem sofrerem críticas, usarem o som do carro em volume excessivo, e por ai vai.

Cada um tem sua maneira de pensar e agir, agora cabe a sociedade organizada, eleger deputados e senadores que representem seus anseios, que criem leis que definam suas aspirações, seus temas, e sejam eles, grupos modernos, liberais, ortodoxo, tradicionais ou não.

O que não dá para conceber é ver uma minoria barulhenta, incomodadora, arrogante, prepotente e estúpida querer impor sua vontade, seus sórdidos desejos, sobre a maioria que aparentemente está em silêncio.

E ainda ver essa gente, tentar desqualificar os contrários, desconstruir a cultura daqueles que não comungam do mesmo pensamento, tentando criar estereótipos negativos do tipo “conservadores de 1964”.

A resposta está ai. Não precisamos bater boca toda hora com esse pessoal autoritário, que já disse que pegaria em armas se possível para ver a sua vontade aceita. Sem contar as ameaças que fazem ao ponto de ver defensores da família terem que se mudar por questão de segurança (caso, do Júlio Severo).

Nossa resposta está ai. Aumentamos o número dos que nos representam, e que são uma maioria esmagadora. Certamente, que defenderam os valores que a minoria histérica tanto condena.

Robson Aguiar

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