O Aluno e o seu compromisso com a Escola Dominical

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O Aluno e o seu compromisso com a Escola Dominical

“Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os 6.3).

O sucesso de qualquer Escola Dominical que tenha um perfil dinâmico e eficaz depende, e muito, do aluno.

  • Como deve se comportar o aluno da Escola Dominical?
  • Qual o perfil ideal desse aluno?

Antes de respondermos essas indagações citadas acima, faz-se necessário esclarecer que quando dizemos “aluno ideal”, não nos referimos, propriamente, a alguém que seja extraordinário, sublime, gênio, ou intelectual. Não! O discente ideal para Escola Dominical é antes de tudo uma pessoa com propósito. De que forma?

Ele é esforçado, dedicasse ao máximo: Assíduo, pontual e responsável. Não apenas vai à Escola Dominical, todavia frequenta com prazer buscando sua edificação, consolo, aprendizado e não para simplesmente marcar presença dizendo “estou aqui”, “cheguei” ou “agora o meu líder, superintendente, ou pastor não irão pegar mais no meu pé”. O aluno da Escola Dominical convicto do seu propósito e de seu ideal não pensa nem se comporta assim. Sobretudo cumpre seu papel, Ele faz a lição de casa. Lê, estuda a Bíblia e sua revista; faz suas anotações para possíveis argumentações, a fim de sanar suas dúvidas, e crescer na graça e no Conhecimento, ele vem disposto a colaborar seriamente na sala de aula.

Todavia é lamentável quando alguns alunos vão à Escola Dominical sem ter estudado ou se quer pegou no material durante a semana, isso dificulta demais a interação professor e aluno; por vezes ainda vão sem sua Bíblia e/ou sem revista. E não estamos referindo-nos aos pequeninos, mas sim, de gente grande, adulto mesmo! Pode soar indelicado de nossa parte, porém por vezes ponho-me a pensar:

  • “Por que alguém que não leva Bíblia, revista (ou qualquer outro material didático), e que não estuda em casa, não se esforça vai pra Escola Dominical?
  • O que será que vai fazer lá?
  • Aprender?

Não pode ser! Não há aprendizagem quando o simples, básico é negligenciado. Precisamos nos conscientizar que: De acordo com dados levantados, 60% ou superior a essa porcentagem do bom desempenho do docente numa sala de aula depende de seus alunos (discentes).

É notório que, quando o aluno não se prepara durante a semana, como já relatamos acima, perde muito e deixa de contribuir com algo além naquele espaço que poderia ser mais prazeroso. Contribuindo ele pode conquistar a classe e ganhar o professor também. Todos os alunos que permanecem quietos em sua zona de conforto durante a ministração da aula do professor cometem um grande erro (para não dizer “pecado”) da negligência semanal. Faz-se necessário que você, aluno da Escola Dominical, reverta esse quadro, e transforme a realidade em sua igreja se porventura está sendo negligente; não obstante, por vezes a culpa de uma aula mal ministrada recai sobre o professor quando na realidade o culpado é outro. Sabemos e concordamos que o professor tem suas responsabilidades, contudo nenhum docente, mestre, educador a menos que esteja fora de si, teria coragem de posicionar-se frente a uma classe sem que estivesse devidamente preparado.

Aqui fica o nosso apelo, em detrimento de vossa saúde espiritual, elevo na Fé, e valorização de nossos professores (a), cumpra o seu papel enquanto aluno e servo do Senhor, faz a sua parte, independentemente de qualquer realidade. Segundo Cesar Moisés, devem ser as seguintes ações do aluno: “Participar de cultos de oração, vigílias e demais atividades evangelísticas. Participar ativamente dos cultos de ensino, estudos bíblicos e Escola Dominical. Interagir com os membros da igreja, auxiliando aqueles que estão fracos na fé” (MOISÉS, 2016, P. 359, CPAD).

“Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém” (2 Pe 3.18).

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Ezequiel Pereira da Silva
é diácono da Assembleia de Deus do Ministério do Ouro Fino (RJ), exercendo a função de auxiliar de congregação. Licenciado em História, Bacharel em teologia, pós-graduado em Psicopedagogia e pós-graduando em Língua Portuguesa, Redação e Oratória.
Bibliografia
– MOISÉS, César Carvalho. Uma pedagogia para educação cristã. Noções básicas da ciência da educação a pessoas não especializadas. 3. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

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