Noticiaram mentiras. Marco Feliciano não quer barrar gays em igrejas!

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Welligton de Oliveira, assessor de comunicação de Marco Feliciano muito bem disse ao fazer a seguinte afirmação no site do citado pastor: “Não adianta, qualquer projeto  que defenda o direito da igreja, ou da família tradicional que vira bandeira de protesto contra o Feliciano, nos principais jornais se viu nesta quinta (17/10/13) o título da matéria "Feliciano quer barrar gays nas igrejas". Tudo o que ocorre na comissão é tratado como ação exclusiva do Marco. Senhores é preciso conhecer os fatos antes de sair discriminando esse ou aquele de preconceituoso ou fóbico de qualquer natureza.

Marco FelicianoO deputado federal (PSC-SP), pastor evangélico (Assembléia de Deus Catedral do Avivamento) e atual presidente da agora polêmica Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDMH) da câmara dos deputados federais tem sido alvo de críticas constantes pela mídia secular e até de uma já caracterizada “esquerda cristã”. O fato que é existem exageros e distorções absurdas quanto ao trabalho que o parlamentar e demais membros da comissão estão realizando naquela casa legislativa em Brasília. Não restam mais dúvidas que esse bombardeio tem tentado estigmatizar as ações da equipe como pretexta expressão de homofobia, o que não é verdade.

A última “polêmica de fumaça” que querem envolver a CDHM estampada em jornais e portais de grande expressão conota a aprovação de um projeto pela citada comissão como mais uma expressão de preconceito e homofobia por parte daquele órgão e sua presidência – exagero puro! Ao bem da verdade o dito projeto não prega que os gays venham a ser expulsos das igrejas como a mídia quer passar para a população. O projeto labora a favor de cláusula constitucional ignorada por ativistas que se fazendo de vitimas querem impor “direitos vexatórios” sobre todos os religiosos que se opõem ás suas práticas (a igreja não é contra gays, ela prega contra o homossexualismo porque a bíblia diz isso – e não há nenhuma semântica que invalide as asseverações da Palavra contra este comportamento). Isso não é homofobia é hamartiologia!

A articulação do parlamentar proponente do projeto (que não é Feliciano), ressalta que o objetivo é evitar que decisões judiciais obriguem a celebração de uniões entre homossexuais, além de permitir a retirada de manifestantes que fizerem protestos dentro de templos, como duas garotas que chegaram a ser presas no mês passado por se beijarem durante um culto no litoral norte do Estado de São Paulo. O autor do projeto, o deputado Washington Reis (PMDB-RJ), deixou claro tal intenção na justificativa da proposta. "Deve-se a devida atenção ao fato da prática homossexual ser descrita em muitas doutrinas religiosas como uma conduta em desacordo com suas crenças. Em razão disso, pelos fundamentos anteriormente expostos, deve-se assistir a tais organizações religiosas o direito de liberdade de manifestação".

O projeto aprovado pela CDHM, permitirá que as igrejas católicas, evangélicas ou qualquer outra denominação que se recusarem a realizar o casamento ou batismo de pessoas do mesmo estejam amparadas pela lei, para não serem obrigadas a realizar tal cerimônia. Também há casos como o das lésbicas que promoveram o beijo gay com roupas intima em um culto na cidade de São Sebastião-SP, que a partir do projeto terá legislação especifica para que o convite de se retirar estas pessoas do local com este comportamento seja sustentado pela lei. O que diz a constituição federal sobre isso?  A Constituição Federal de 1988 em seu artigo 5º, inciso VI dispõe que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, proteção aos locais de culto e a suas liturgias."

Estão tentando parafrasear uma idéia de “expulsão de gays das igrejas” no texto do projeto, desconsiderando as posições gerais do mesmo, que ainda carece de parecer do CCJ para prosseguir. É mais uma generalização desta esquerda liberal desconsertada quanto aos valores tradicionais de família e religião; sendo tais fundamentos defendidos pela maioria dos brasileiros. Vivemos em tempos de anarquia da moral e de extermínio dos bons costumes; entramos numa era em que a prática ortodoxa frente ao “tudo pode hedonista” deste sistema podre é tida como fundamentalista e com estigma de qualquer fobia associada. Não há evidências de inconstitucionalidade ou partidarismo para proteger privilégios religiosos. Se existe uma caracterização, uma conduta percebida nos trabalhos da CDHM é a coerência dos direitos iguais, inclusive das minorias. Trata-se tão somente de garantir que prevaleçam os preceitos exarados da constituição federal, só que isso a grande mídia não fala!

Seria razoável para o ativismo GLBTT que combate a posição majoritária da igreja brasileira, que orientasse seu público a se filiar em igrejas que se coadunem com suas práticas, como a Comunidade Cristã Cidade de Refúgio ou a Igreja cristã contemporânea, ao invés de gerar atritos e confusões com a pacata comunidade cristã, que conseguiu reagir a tempo de impedir as maliciosas intenções de políticos de uma esquerda inescrupulosa e descaradamente fisiológica infiltrados na dita comissão e que só legislavam em causa própria. Tais artimanhas jamais seriam aceitas como atos de democracia e nunca vistas como direitos iguais!

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