Mundo teve quase 25 mil ataques terroristas islâmicos em 15 anos

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Site oferece dados para provar que o Islã não é uma religião de paz

Mundo teve quase 25 mil ataques terroristas islâmicos em 15 anos

“Maomé é o Mensageiro de Deus, e aqueles que estão com ele são severos para com os descrentes, porém compassivos entre si”. Esse texto, retirado do Alcorão, Sura 48, verso 29, ilustra o que a mídia em geral não gosta de mostrar.

O portal Religião de paz [Religionofpeace.com] criou um contador de atentados realizados por muçulmanos desde o dia 11 de setembro de 2001. Sabe-se que o terrorismo religioso já existia antes, mas esse evento marcante deu início da chamada guerra ao terror. Com versões em espanhol e francês, o site compila notícias sobre o assunto de sites em diversas línguas.

O aumento do número de mortes por causa desses ataques revela que o problema é crescente. Após o jornal francês Charlie Hebdo ter sido invadido hoje (7), o número do contador indica que são 24784. Ainda segundo o site, o que pode ter estimulado o ataque ao jornal foi uma charge irônica do líder do Estado Islâmico.

Existe também um contador pormenorizado, com registros mensais, que divide os atentados em jihadistas (em nome da guerra santa), suicidas e com o número de mortos e feridos. O número total de pessoas mortas desde 11/09/01 não é registrado.

A administração do site explica que o contador é atualizado toda vez que um ataque é realizado e noticiado, mas provavelmente o número é maior já que em alguns países fundamentalistas a imprensa não publica nada sobre o assunto.

Embora não se declare religioso, o Religion of Peace, afirma que deseja ser um canal de informação para desmistificar as declarações de líderes muçulmanos que o islamismo é uma “religião de paz”. Esse tipo de posição já foi defendida inclusive pelo presidente Barack Obama em assembleia da ONU.

Entre as várias seções do site, há uma coletânea de versos do Alcorão que mostram como os seguidores do profeta Maomé são estimulados por seu livro sagrado a matar infiéis (judeus e cristãos). Ao todo, são cerca de 500 passagens que registram como Alá odeia os não-muçulmanos. Mostra também como o Islã é a única religião que ameaça seus próprios adeptos de morte, caso decidam deixar a religião. Para isso, lembra o exemplo dado por Maomé no Alcorão.

Não há site similar em português, embora cresça a quantidade de artigos tentando mostrar por que o Islã, definitivamente, não é uma religião de paz. Fabio Blanco, diretor do Núcleo de Estudos Cristãos e colunista do Gospel Prime é categórico “Islã significa submissão e um fiel islâmico é completamente sujeito aos princípios de sua religião. E um desses princípios afirma que aos inimigos cabe a espada. Portanto, se aqueles que são mortos são vistos como inimigos, exterminá-los não pode ser um mal”.

Fonte: Gospel Prime

1 COMENTÁRIO

  1. Tão perigosa quanto à imbecilidade assassina do Estado Islâmico é a covardia ocidental. Na década de 50 o historiador britânico Arnold J. Toynbee havia previsto que a próxima guerra seria entre cristãos e muçulmanos. Vale lembrar que Gerge W. Bush ainda usava calças curtas.

    Dizer que nem todo islâmico é terrorista significa o quê? Absolutamente nada! Dizer que os terroristas não são islâmicos, “se fingem de islâmicos”, significa o quê? Que além de mentirosa e ridícula, essa é uma opção covarde e equivocada. Não se vai evitar nada de ruim desse modo, uma vez que a omissão favorece a expansão do islã em toda parte. Hoje, com as informações que dispomos relativas ao comportamento humano, podemos concluir que as atitudes mais ou menos agressivas acabam dependendo muito da índole do indivíduo. A maioria da espécie humana parece tender a boa índole. O problema é que a minoria má é grande demais. Quando o indivíduo se sente liberado à barbárie, não só pela falta da educação, mas principalmente por causa dela ou pela sua cultura religiosa, são os atos dessa minoria altamente numerosa que vão deixar todos em perigo.

    Nesse caso, o ego coletivo pode ser comparado, argumenta Toynbee, ao poderoso e mitológico monstro bíblico Leviatã. Este poder coletivo a mercê das paixões subconscientes escapa à censura pessoal que freia os baixos impulsos do ego. A má conduta, que seria condenada sem hesitação, no entanto, quando o indivíduo transita do singular para o plural, ainda mais sob a instigação de clérigos exaltados amparados por um livro sagrado (Alcorão), encontra a responsabilidade individual em recesso.

    Então, estes, chegam às barbaridades sem culpa alguma, e aqueles que não têm tal inclinação a flor da pele não os condenam Sabem que seus irmãos de crença agiram em cumprimento do livro imutável que orienta a todos. Portanto, ideologicamente devem apoiá-los. Mesmo que essa maioria se sinta constrangida e prejudicada nos seus interesses nas sociedades ocidentais que as abrigam, se veem moralmente contidas. São as sociedades ocidentais que reclamam dos excessos dos seus e não as delas. O Alcorão pode incitar a violência? Dizem que não. Então vejamos alguns versículos de algumas das suas suras.

    Sura 2,193 “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Allah”.

    Sura 3, 85 “Quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não o islã, (aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.”

    Sura 5:33 – “O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.

    Sura 8:12 “E quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois aos fiés! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”

    Sura 8:13 “Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; que Deus é severíssimo no castigo”.

    Sura 7, 4 “Quantas cidade temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 9, 111 “Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível que está registrada na Torá, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel a sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício”.

    Qualquer semelhança não é mera coincidência. O Alcorão incentiva ou não a violência? Fica difícil alegar inocência do islamismo quando ele mesmo depõe contra si.

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