Moçambique, país do ocultismo institucionalizado
Em muitas culturas nativas da África curandeiros são utilizados ao invés de hospitais e clínicas. (Foto: Reprodução)

Confessar laicismo numa realidade animista cheia de ocultismo, não é só utopia.

Por Hélio Bulaímo

Moçambique, África. Nenhum médico tradicional consegue dar alguém uma eternidade pacífica, por isso não camufla a tua vida com essa perdição na terra.

Me proponho a escrever como um cidadão com liberdade de expressão, mas com respeito e amor ao próximo como a mim mesmo; e, à Deus mais que tudo.

Moçambique é um dos países perito em normalizar a miséria. Repito, normalizar a miséria. O povo teme o que não deveria temer; tem alto índice de medo de se arriscar, e por vezes isso é um fator exato que retarda a prosperidade no povo. O governo canta por todo lado e em muitas campanhas eleitorais de alguns partidos nacionais “luta contra a pobreza”, mas a maioria de nós povo Moçambicano continua mendigando até nossos próprios direitos. Fala-se de “unidade nacional” desde a época do saudoso Eduardo Chivambo Mondlane, o arquiteto da independência; mas até hoje vive-se um tribalismo terrível. Isso resume o Moçambique de hoje.

Um Moçambique em que governantes se aproveitam das migalhas de um público pobre e engana que temos a agricultura, a pesca, o petróleo e vários recursos naturais, e por detrás disso, existem montanhas de dividas ocultas para o decadente povo pagar. As urnas de voto nas eleições, são o próprio sepulcro do povo.

Temos um país em que posições de emprego são conquistadas por meio de confiança no ocultismo, diga-se de passagem, que tem gente (a maioria) nas instituições públicas e privadas confiando na feitiçaria e curandeirismo. Quer um exemplo? Em Moçambique tem casos em que a Medicina profissional desconsegue tratar um doente e aconselha-o a ir num curandeiro (o famoso médico tradicional). Feitiço entre nós é uma realidade.

Tem gente na sociedade em que de dia são pessoas normais, mas de noite são animais, voam de peneiras (os famosos aviões noturnos que os feiticeiros usam nas suas atividades) para matar, roubar e destruir vidas ou bens dos outros. Alguém vai dizer que isso não é real, mas eu não vou obrigar-te a acreditar, mas que saibas que isso aqui é real.

Moçambique consegue barrar o crescimento de novos projetos e instituições que na verdade edificam, mas apoia o ocultismo. Sim, isso é verdade. Exemplo disso temos no país a Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique (AMETRAMO), muitos temem essa instituição, até o nosso governo inaugura grandes monumentos no país seguindo consagrações dos rituais dirigidos pelos membros dessa instituição. Animais que foram degolados e oferecidos aos espíritos no dia da inauguração da Ponte Maputo – Katembe, foi uma prova exata do ocultismo que pousa em Moçambique.

Ciente de que o país tem um estado laico, isto é, apoia todas as religiões, mas ocultismo não é religião, mas perdição. Ninguém tem paz no coração em Moçambique por essas práticas. Temos igrejas e mesquitas em Moçambique, mas se não temos o Deus verdadeiro, continuaremos na escuridão mesmo tendo religiões. Então, se há luz, siga-se a luz. E está é a VERDADE.

Confessar ser laico vivendo uma realidade animista cheia do ocultismo, prova de um governo utópico e míope.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Pois é prezado Irmão Hélio Bulaímo, um relato importante da situação alarmante em Moçambique. O Brasil também padece deste mesmo câncer chamado ocultismo, ressaltando suas devidas proporções,claro. Oremos para que Deus tenha misericórdia e continuei a salvar vidas e mudar este quadro terrível. Feliz é a nação cujo Deus é o SENHOR. Amém.

  2. Verdade meu querido Half, situação terrivel mesmo. Precisamos orar, o Brasil tem uma vantagem, tem um grande numero de cristaos comparado com Moçambique.

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