Igrejas são legalizadas no Egito

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Igrejas são legalizadas no Egito
Igreja de São Marcos no Cairo / Foto: Andrew A. Shenouda

Até agora 783 igrejas são legalizadas pelo Governo do Egito

Mais 156 igrejas são legalizadas pelo governo do Egito. Agora são 783 aprovações do Comitê para a Legalização de Igrejas e edifícios de serviços afiliados.

Em 2016, o Egito aprovou uma nova lei, pretendia simplificar o processo de legalização. Desde então, mais de 3.700 igrejas buscaram a legalização.

As igrejas legalizadas até agora não são novos edifícios, mas sim igrejas que já operavam antes de 2016.

Comitê para Legalização de Igrejas

Conforme o Egypt Independent, a reunião do Comitê para a Legalização de Igrejas no Egito aconteceu na terça feira (3). O primeiro-ministro Mostafa Madbouly presidiu a reunião que contou com a presença dos ministros de assuntos parlamentares, de desenvolvimento local e habitação e representantes de outras autoridades envolvidas.

O comitê foi criado pela Lei nº 80 de 2016 para organizar a construção e restauração de igrejas de acordo com certas condições.

De acordo com o porta-voz do gabinete, Nader Saad, durante a reunião foram revisou os procedimentos realizados pelas igrejas e edifícios para cumprir as exigências da proteção civil. “Essas igrejas e edifícios receberam um prazo adicional de quatro meses para concluir os procedimentos de proteção civil”, explicou ele.

Relatórios indicam que desde a promulgação da lei, a aprovação de novos projetos de construção de igrejas na verdade abrandou consideravelmente.

Governo do Egito

O presidente Sisi enfrentou uma combinação de elogios e críticas por sua liderança em relação à liberdade religiosa. Alguns cristãos veem a legalização de igrejas como uma melhoria. Outros, no entanto, apontam para uma narrativa contraditória. Por exemplo, o governo não aprovará novas igrejas, mas construirá a maior igreja no Oriente Médio em um local onde nenhum cristão vive.

Veja também: O país ocupa a 17ª posição na Lista Mundial da Perseguição

A perseguição dos cristãos no Egito aumentou durante o mandato do presidente Sisi, que usou isso como uma oportunidade para declarar um estado de emergência que lhe permitiu aproveitar ainda mais os poderes e solidificar seu governo. Sua administração sofreu fortes críticas às violações dos direitos humanos.

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