Festival da Esperança leva alívio para colombianos e venezuelanos

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Festival da Esperança leva alívio para colombianos e venezuelanos
O estádio General Santander estava com sua capacidade total. Não havia cadeiras vazias. Colombianos e venezuelanos foram ouvir a pregação do evangelista Franklim Graham (Foto: ABG)

Mais de 52 mil colombianos e venezuelanos foram alcançados pela mensagem de Salvação em Cristo no Festival da Esperança na Colômbia.

Festival da Esperança – Enquanto a noite caía sobre o estádio General Santander, na cidade fronteiriça de Cúcuta, na Colômbia, na “sexta-feira santa”, a multidão de mais de 40 mil colombianos e venezuelanos não era nada tranquila.

Pessoas vestindo camisas brilhantes de cores neon agitaram bandeiras e pularam ao redor, enquanto o público lançava suas mãos para o alto e levantava suas vozes, louvando a Deus.

Não poderia ser mais diferente do dia escuro e sombrio – o que chamamos de “Sexta-Feira Santa” – quando o Filho de Deus, Jesus, morreu na cruz há dois mil anos e toda a esperança parecia perdida. Mas, “o bom é que Jesus não ficou no túmulo. Ele ressuscitou três dias depois”, disse Franklin Graham.

Entre o estádio de futebol na sua capacidade e o Espírito Santo agindo poderosamente, o momento parecia impossível de capturar. Perto dali um coliseu de basquete serviu como um espaço de transbordamento, elevando o total de participantes para cerca de 52 mil, com outros 2.300 assistindo online.

Apesar de estarem lotados, vários venezuelanos compartilhavam que podiam pausar e respirar durante as poucas horas do evento. Muitas vezes suas mentes são consumidas por pensamentos de dificuldades econômicas.

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“Deus enviou Seu Filho, Jesus Cristo, do céu para esta terra para levar nossos pecados”, disse Franklin Graham. “Ele levou nossos pecados para a cruz, onde Ele morreu e derramou Seu sangue por nossos pecados”. (Foto: ABG)

Testemunhos

Nmannuel, de dezoito anos, disse que sentiu “alívio” durante toda a noite, especialmente quando o cantor Barak conduziu o louvor. Lembrou-o dos anos em que costumava tocar as canções de Barak num teclado de uma igreja venezuelana, antes de se desviar de Deus.

Hoje em dia, ele usa seu talento musical quando está com pouco dinheiro ao tocar seu violão nos semáforos de Cúcuta. Tendo saído da Venezuela no mês passado, muitos dias foram muito estressantes, mas “estar no Festival foi uma bênção para minha vida”, disse ele.

Optando por fixar seus olhos no que não é visto, ele avançou com milhares de outros para tomar uma decisão por Cristo depois de Franklin Graham compartilhar sobre como a alma de todos é preciosa aos olhos de Deus.

Pastor Mauricio disse que vários membros da igreja que lidera, também se sentiram aliviados na noite anterior em um culto de dedicação para o Festival.

“É como se eu tivesse vindo para outro mundo … o peso foi retirado”, disseram-lhe.

Sua igreja – que fica às margens de Cúcuta e é 100% venezuelana – levou três ônibus para o Festival da Esperança na noite de sexta-feira. Embora eles tenham muitas outras necessidades em suas vidas no momento, o pastor Mauricio notou que maior necessidade é espiritual.

“Eles deixaram seus empregos e tudo”, disse ele. “Eles preferem ficar na rua aqui do que dormir em uma casa onde não têm comida e não têm segurança”.

Forrada com lixo e uma mala abandonada aqui ou ali, as ruas caóticas ao longo da fronteira abrigam dezenas de vendedores que vendem remédios, doces, vegetais e eletrônicos, procurando ganhar pesos suficientes para sobreviver.

Em meio a uma situação tão terrível, a igreja liderada pelo pastor Mauricio e outros se reuniram em oração, esperando que o Festival deste fim de semana oferecesse algo mais para aqueles que não têm nada.

“Já estamos vendo muitos efeitos do Festival na união das igrejas e trabalhando juntos, e o desejo de continuar trabalhando juntos depois do evento”, disse o pastor Mauricio.

“A cidade notou isso, e as pessoas na cidade estão percebendo que estamos falando uma língua, Jesus. Estamos mostrando um amor, o amor de Cristo. … esperamos que a cidade não seja a mesma depois disso”.

Ficando para trás para amar em frente

Do outro lado da fronteira, outros optaram por ficar em sua terra natal no meio da crise da Venezuela.

Pastor César tem orado por meses antes do evento de duas noites. Nos últimos anos, ele assistiu grande parte de sua congregação fugir no auge das dificuldades, o que também afetou sua família. Por causa da situação premente, cinco de seus seis filhos deixaram o país.

Mesmo assim, ele não vai embora. Sua razão? “Acredito firmemente que a razão pela qual estou na Venezuela é porque Deus não quer que eu vá”, disse pastor César. “Como líder em meu país, seria terrível para mim partir, porque estabeleceria um precedente muito ruim em relação ao que significa permanecer em obediência a Deus”, completou.

Consequentemente, ele fica para compartilhar a esperança de um Salvador ressuscitado com aqueles que permanecem na área.

Em seu papel de liderança, ele é frequentemente entrevistado e não tem medo de compartilhar seu nome completo.

“Na medida em que voltamos ao medo, as restrições em nosso país crescem”, disse César. “A única maneira de o mundo entender a situação que estamos enfrentando é que os indivíduos compartilhem abertamente sua história e seus nomes”.

Você tem fé em Deus? Comece um relacionamento com ele hoje!

Leia também: Mais de 4 mil pessoas entregam suas vidas a Jesus, durante o Festival de Esperança, em Fortaleza
Fonte: Associação Evangelística Billy Graham
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