Família de desertores é mantida refém na Coreia do Norte
A Coreia do Norte ocupa a 1ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019. A população não tem direito à liberdade de pensamento, religião, expressão e informação (Foto: Reprodução/Portas Abertas)

Para pressionar os que fogem, governo da Coreia do Norte pune os demais membros da família que permanecem no país.

A Coreia do Norte encabeça a Lista Mundial da Perseguição, que elenca os países mais perigosos para seguir Jesus, todos os anos desde 2002. Qualquer pessoa que acredite em uma autoridade superior à da família Kim é considerada inimiga do Estado.

Os cristãos na Coreia do Norte devem manter a fé em segredo e, muitas vezes, são incapazes de dizer até mesmo aos familiares mais próximos.

Enquanto a Coreia do Norte e a China reprimem os desertores, famílias inteiras sofrem e são frequentemente punidas pelas ações de seus parentes. Se um cidadão é acusado de ser cristão, as autoridades enviam toda a sua família para um campo de trabalho forçado. A maioria nunca é vista novamente.

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“O objetivo desta ação é impedir os desertores de trabalhar com grupos de direitos humanos e igrejas e pressionar os refugiados a voltarem. Às vezes, esses desertores que retornam são treinados para se tornar espiões e, em seguida, enviados novamente. Isso não é voluntário… eles não têm escolha”, afirma um pesquisador da Portas Abertas.

Desde que Kim Jong-un chegou ao poder em 2011, o número de desertores norte-coreanos caiu. A segurança nas fronteiras entre a Coreia do Norte e a China, onde os desertores frequentemente fogem, aumentou. Essa questão é parcialmente alimentada pelo medo que a China tem de um aumento de refugiados devido à seca e fome na Coreia do Norte.

As incursões em toda a China aumentaram desde meados de abril, destruindo a “Ferrovia Subterrânea” norte-coreana. Ela era uma rede informal de corretores, instituições de caridade e intermediários que ajudam aqueles que desejam fugir. Pelo menos 30 norte-coreanos foram presos. Mesmo quando os norte-coreanos escapam do país, estão sujeitos a intensa vigilância e pressão, especialmente na China.

Ajuda para a Coreia do Norte

Há quase 30 anos, a população da Coreia do Norte enfrenta problemas com o fornecimento de comida. Isso resulta em uma realidade de fome constante.

Projetos como o da Portas Abertas, permitem que os cristãos norte-coreanos refugiados na China saibam que não estão sozinhos nesta batalha.

Ore para que os cristãos norte-coreanos tenham sabedoria para entender quando e como compartilhar sobre Jesus. Clame em favor daqueles que fugiram do país, para que encontrem segurança. Que suas famílias que permaneceram no país não sejam punidas em seu lugar.

Adaptado com informações da Portas Abertas
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