O jornal publicou um infográfico sobre o recrutamento de crianças e adolescentes para a guerrilha e outras frentes de combate na Colômbia, no Paraguai e no Peru*. Há anos, a Portas Abertas alerta para essa realidade, que envolve principalmente as famílias cristãs colombianas.

Estadão denuncia a situação dos meninos-soldados na América do Sul
(Foto: Clayton de Souza/Estadão)

Há alguns quilômetros de distância do Brasil, cristãos colombianos enfrentam forte perseguição por causa de sua fé. As motivações para as ameaças e ataques são várias. Uma delas se refere aos preceitos cristãos, que fazem com que quem adora a Deus não pactue com as exigências da guerrilha, que ocupa grandes áreas nas montanhas do país; a outra, é que a Igreja mobiliza jovens e adolescentes para servirem ao Senhor e não à revolução armada, fazendo com que os grupos rebeldes tenham cada vez menos chances de recrutamento.

Essa semana, o Estadão divulgou uma pesquisa que revela o que os meninos e meninas sofrem na mão desses grupos armados, além dos perigos e riscos que correm quando resolvem abandonar a guerrilha e retomar sua vida. Acesse o material publicado no Estadão.

A seguir, assista ao vídeo da Portas Abertas em que Jose**, um ex-guerrilheiro, conta como, aos 5 anos de idade, ele se encontrou pela primeira vez com rebeldes armados, foi recrutado um pouco depois e só conseguiu escapar quando já era adolescente. Conheça também outras crianças afetadas diretamente pela violência e perseguição na Colômbia.

*A Colômbia integra a 25ª posição na Classificação da Perseguição Religiosa; o Peru e o Paraguai não fazem parte da lista.

**Nome alterado por motivos de segurança.

Fonte: Portas Abertas

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