Dilma pede pensão por tortura durante regime militar
Ex-presidente Dilma Rousseff Foto: Folhapress/Fotoarena/Mario De Fina

O pedido da ex-presidente Dilma Rousseff será analisado pela ministra Damares Alves

Segundo a reportagem da Revista Crusoé a ex-presidente Dilma Rousseff solicitou uma pensão de R$ 10.735,44 à Comissão de Anistia alegando ter sido presa e torturada durante o regime militar.

Criada pela Lei 10.559, de 13 de novembro de 2002, a Comissão de Anistia tem o objetivo de reparar moral e economicamente as vítimas de atos de exceção, arbítrio e violações aos direitos humanos ocorridas no período entre 1946 e 1988.

O pedido da petista foi protocolado no dia 21 de outubro de 2002 e aponta, dentre os episódios para justificar sua indenização, o fato de ter abandonado o curso de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais em 1969 por ter sido “perseguida” pelo regime.

Após a divulgação da reportagem alguns parlamentares usaram as redes sociais para criticar a ex-presidente Dilma Rousseff. A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), em suas redes sociais, se referiu à ex-presidente como “ex-terrorista”. “Dilma quer mais dinheiro! Dilma pede, a título de reparação, pensão mensal de R$ 10,7 mil à Comissão da Anistia. Alega ‘perseguição’ e ‘tortura’ durante o regime militar. E as vítimas? Damares Alves analisará o pedido. Igor Gadelha está de olho nos pedidos da ‘ex-terrorista’”, escreveu Hasselmann.

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) também criticou o pedido da ex-presidente Dilma: “Absurdo, Dilma queria R$ 10.735,55 por mês de pensão por “perseguições sofridas durante o regime militar” – ou seja, bolsa-terrorista”, escreveu a deputada Zambelli.

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, deve analisar, nos próximos dias o pedido da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) feito à Comissão da Anistia.

De acordo com a publicação de O Globo, a ex-presidente, que se aposentou pelo INSS em 2015 após o processo de impeachment, já recebeu um total de R$ 72 mil dos governos de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro por ter sido detida e torturada durante o regime militar.

ESCREVA UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui