"Dei um tapa na feiura"
Homem de terno | Foto: Pixabay

Se buscamos uma solução para a “feiura” do corpo, por que não nos preocuparmos também com a beleza espiritual?

“Tu és mais formoso do que os filhos dos homens; a graça se derramou em teus lábios; por isso Deus te abençoou para sempre” (Salmos 45.2).

Certo homem, tendo vivido e trabalhado na roça por muitos anos, veio a mudar-se para a cidade. Era um sujeito sofrido, de aparência maltratada, vestia-se mal, faltavam-lhe alguns dentes, sua pele era castigada pelo sol.

Lutava, com muita dificuldade, para sustentar sua família e proporcionar oportunidade de estudo para seus quatro filhos. Com muito sacrifício pôde vê-los formados e no mercado de trabalho.

Finalmente veio a converter-se e tornou-se membro de uma igreja em seu bairro, onde era querido por todos.

Com fama de honesto, logo foi procurado por um crente generoso, da mesma igreja, que não somente lhe deu uma oportunidade de emprego em sua empresa, na vigilância, bem como lhe ofereceu tratamento dentário.

Os filhos, motivados pelo ocorrido, resolveram também ajudar os pais. Assim, aquele homem de aparência rude mudou seu sorriso — agora tinha dentes —, passou a vestir-se melhor e a cuidar mais do “templo do Espírito Santo” (modo como referia-se a seu corpo).

Depois de algum tempo, encontrou-se com um antigo conhecido, que quase não o reconheceu. Perguntado sobre a mudança em seu aspecto, o crente, bem-humorado, respondeu ao velho amigo: “Dei um tapa na feiura”.

Há muitos que procuram os salões de beleza, cuidam das unhas, cabelos, pele, fazem tratamentos, vão aos esteticistas e até aos cirurgiões plásticos para darem um “tapa na feiura”. Mesmo aqueles que, digamos, não são feios!

Nos dias atuais, cuidar da beleza é algo cada vez mais comum. Tanto homens, quanto mulheres se preocupam em como melhorar a aparência.

Se buscamos uma solução para a “feiura” do corpo, por que não nos preocuparmos também com a beleza espiritual?

O ser humano ao ser criado era lindo, pois foi feito à imagem e semelhança do Pai (Gênesis 1.27). Não é sem motivo que, contemplando Sua Obra, “viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom” (Gênesis 1.31).

Entretanto, por causa do pecado, aquilo que era bonito perdeu sua beleza, e a criatura ficou destituída da gloriosa semelhança com seu Criador: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3.23).

E agora, o que fazer? Como restaurar a beleza humana? A resposta é Cristo!

O Plano de Deus para restaurar o homem é Cristo!

“Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8.29 – grifo do autor).

Ser igual a Cristo é ser belo, pois sobre ele escreveu o salmista: “Tu és mais formoso do que os filhos dos homens…” (Salmos 45.2).

Que tal dar um “tapa na feiura”? Digo, na “feiura” espiritual. Que seu desejo seja como a letra daquele velho cântico:

“Que a beleza de Cristo se veja em mim,
Toda sua admirável pureza e amor.
Ó Tu, Chama Divina,
Todo meu ser refina,
Té que a beleza de Cristo se veja em mim”.


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