De quem é a carapuça?

0
117

De quem é a carapuça?Como está difícil escrever nas redes sociais.

Lemos artigos diversos, então, por vezes nos inspiramos e queremos dar resposta a um pilantra ou herege que esteja enganando o povo com suas falácias, mas ai, o cara, o tal apóstata, é amigo de pessoas que também gostam de escrever tal como eu suas bobagens netianas, então surgem vários advogados com textos bem escritos e revestido de aparente coerência, mas, que defendendo o desviado ataca o pseudo apologista, e sem perceber, vão fazendo um desserviço ao reino de Deus.

Os pretextos da defesa são sempre os mesmos, ética, respeito, amor…

Bem, já escrevi em outras oportunidades que Paulo citou nomes de pessoas que outrora ortodoxos passaram a não mais figurar entre os que ensinavam a verdade, portanto, não repetirei aqui o texto.

Nessa oportunidade, quero falar sobre carapuça, que no período da inquisição foi muito usado pelos condenados a morte, tratava-se de uma toca com uma longa ponta que cobria a cabeça e rosto do condenado, tinha por significado “assumir a culpa”. Daí a expressão vestir a carapuça.

Já estou evitando falar nomes, pois, não quero acrescentar mais do que o normal o número de inimigos que possuo, então estou usando muita figura de linguagem, tipo, mais eufemismo, menos ironia e hipérbole, sabe cumé né? Política de boa vizinhança.

Mas, vou avisando, não me cutuca não, pois posso cair em tentação. rsrrs

Agora, indo direto ao ponto, escrevo sobre vários temas, pois antes que alguém me rotule, sou intrometido e metido mesmo, mas, a constituição me garante o direito de expressão.

Não tenho por finalidade perseguir ninguém, principalmente pessoas que não conheço, também não vivo vasculhando vida de ninguém, e pra falar a verdade a maioria das minhas postagens são frutos de leituras do meu próprio face.

Todavia, friso que se alguém não quer se molhar, não saia na chuva, não quer se queimar não brinca com fogo, não és eletricista, então não mexe com energia, é só isso.

Já dizia Isaac Newton que para toda ação tem uma reação.

Finalmente, quero encerrar esse blá, blá, blá, informando que minhas cartas são locais, mas, podem ser aproveitadas universalmente, porém quando escrevo tenho em mente um alvo específico, porém, devo ter muitos inimigos, pois todas as vezes que escrevo, surgem dois ou três para me refutar. O pior é que alguns são amigos e não foi para eles que escrevi o que me dá a entender que eles foram vítimas do chamado “fogo amigo”.

Vamos com calma meus amigos da blogosfera.

Robson Aguiar, pr.

ESCREVA UM COMENTÁRIO

Escreva seu comentário!
Por favor, digite seu nome