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Vila Velha

Cristão agredido e casa incendiada em ataque violento no leste de Uganda

A vítima foi atacada por aldeões muçulmanos enquanto ajudava a organizar um evento evangelístico ao ar livre.

EM FOCO

Paulo Pontes
Paulo Ponteshttps://www.searanews.com.br
Fundador e CEO da Seara News Comunicação, jornalista, cidadão vilavelhense, natural de Magé (RJ), pastor, teólogo (Teologia Pastoral e Catequética), presidente do Diretório da SBB-ES, autor do livro Você Tem Valor.

Em mais um episódio de violência religiosa no leste de Uganda, Philemon Shuha, um cristão de 34 anos e pai de três filhos, foi brutalmente agredido até perder a consciência e sua casa foi incendiada por aldeões muçulmanos. O incidente ocorreu enquanto Shuha estava ajudando a organizar um evento evangelístico ao ar livre na densamente povoada área industrial, localizada a 3 quilômetros da vila de Nabiganda, no distrito de Butaleja.

Juntamente com Titus Waniyaye, de 25 anos, Shuha passou as manhãs de 29 e 30 de janeiro distribuindo convites para o evento evangelístico. O clima pacífico foi interrompido quando aldeões muçulmanos confrontaram os cristãos, acusando-os de distribuir literatura cristã e de ameaçar a fé islâmica na região.

Segundo relatos de Waniyaye ao Morning Star News, os agressores questionaram os cristãos sobre a suposta tentativa de converter o povo muçulmano ao cristianismo. O confronto escalou rapidamente, resultando no ataque a Philemon Shuha. Enquanto Waniyaye conseguiu escapar e mobilizar uma equipe de motociclistas cristãos para resgatar Shuha, a vítima foi encontrada quase sem vida, inconsciente e ferida, com um corte profundo na cabeça.

Após receber primeiros socorros em um centro de saúde cristão em Nabiganda, Shuha foi transferido para um hospital na cidade de Busolwe. Durante sua recuperação, identificou um dos agressores como Swaliki Swaleh, da mesquita local. Mais tarde, a tragédia se abateu sobre a família de Shuha, quando sua casa foi incendiada. Os membros da igreja, em uma tentativa desesperada, correram para apagar o fogo, mas grande parte da residência foi destruída.

Titus Waniyaye relatou que, ao interrogar o suspeito do incêndio, este admitiu ter recebido pagamento dos muçulmanos para destruir a casa de Shuha. O agressor está atualmente sob custódia policial.

Enquanto a esposa e os três filhos de Shuha conseguiram escapar ilesos, refugiando-se no prédio da igreja, o cristão agredido continuava recebendo cuidados hospitalares. O ataque ocorreu em meio aos planos da igreja local de realizar um evangelismo de cinco dias para a comunidade muçulmana nas aldeias próximas.

Este episódio de perseguição religiosa junta-se a uma série de casos documentados em Uganda. Embora a constituição do país garanta a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar e converter-se à fé desejada, incidentes como este destacam a necessidade de abordar e combater a intolerância religiosa e promover a coexistência pacífica.

Com informações de Morning Star News via Evangelical Focus

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