Comentando a eleição e posse de Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos

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Escrito por Abner Ferreira

Eis que, para os imbecis que difundem a ditadura da mordaça da livre expressão, um parlamentar de confissão cristã não pode jamais comandar a Comissão de Direitos Humanos.

Este comportamento dos ativistas da degradação da família tradicional demostra de forma inequívoca o mais sórdido e asqueroso preconceito religioso.

O que existe na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal que impediria um evangélico de comandá-la? Fiquei curioso.

O que estão escondendo a ponto de impedir que um deputado evangélico assuma o cargo?

Um acordo de lideranças fechado na quarta-feira, 27 de fevereiro, estabeleceu que a presidência da comissão ficará com o PSC.

O PT, que tradicionalmente comanda esse colegiado, abriu mão da vaga em favor da sigla cristã, que faz parte da base de apoio do governo Dilma Rousseff.

O que é fato indiscutível – mesmo para uma parte da mídia tendenciosa, difamatória e falaciosa –, é que a última gestão da comissão foi quase totalmente dedicada a temas relacionados ao ativismo gay e seus privilégios.

Agora, a possibilidade de termos um deputado evangélico no comando do colegiado causou revolta entre os ativistas.

Não só isso. A possibilidade de termos um parlamentar militante pela família tradicional brasileira é rotulado como o algoz da causa gay.

Por isso o empenho dos ativistas em tentar legalizar tudo aquilo que pode acabar com as convicções da família tradicional, incluindo o vil projeto de lei denominado “Gabriela Leite” que pretende – se aprovado – tornar a prostituição uma profissão devidamente regulamentada. Ainda, entre outras divergências, está o tal PLC 122 que criminaliza a opinião contra a prática homossexual.

Os boçais que acusam os evangélicos de intolerância, promovem, de maneira grotesca, a intolerância religiosa mais grotesca, que agride moralmente, xinga, grita, parte para a baixaria e exige o silêncio da maioria.

A verdade é que existe um longo embate entre ativistas gays e a bancada evangélica na Câmara. Marco Feliciano é um parlamentar que não se omitiu ao debate democrático, inteligente, é um teólogo, de origem humilde e evangélico.

Nos temas em que acusam o deputado Marco Feliciano de ser “racista” e “homofóbico” ele fazia reflexões sobre correntes de interpretação teológica, jamais perpetuando sua posição pessoal… Porém, como de costume, a militância gay tirou do contexto sua fala e promoveu através da mídia “gayzista” uma publicidade para denegrir a imagem do deputado.

Marco Feliciano tem sim a legitimidade e o direito de assumir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Jamais foi e será homofóbico, muito menos racista, mas sofre, como a grande maioria de cristãos evangélicos, de um repugnante preconceito, discriminação e intolerância religiosa.

Marco Feliciano assumirá a presidência Comissão de Direitos Humanos e Minorias não apenas por ser evangélico, apesar de outros religiosos já terem comandado o colegiado, inclusive um ex-padre. Marco Feliciano tem densidade política, capacidade intelectual e foi eleito democraticamente com uma expressiva votação de vários milhares de votos.

O que realmente preocupa os “gayzistas” é o fato de seus ideais serem divulgados, debatidos e confrontados – o que é fundamental para uma democracia séria.

SearaNews-Pr-Abner-FerreiraPr. Abner Ferreira
Cristão, advogado, esposo, imortal da Academia Evangélica de Letras do Brasil, pastor presidente da Assembleia de Deus em Madureira – Rio de Janeiro.

Fonte: Coluna do Pr. Abner (Artigos Gospel Prime)

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