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Plenário da 44ª AGO da CGADB em Belém (PA) / Foto: Tiago Bertulino

Proposta de reconhecimento da união estável foi plenamente rejeitada pelo plenário da 44ª AGO em Belém (PA) na tarde desta quinta-feira (11).

A proposta de reconhecimento da união estável como uma forma de casamento, no ambiente da Assembleia Deus no Brasil, não foi aprovada pelo plenário da CGADB em Belém do Pará. O assunto estava em aberto desde a AGO em Cuiabá (MT), e ao longo dos anos conquistou muitos apoiadores.

Com opiniões divergentes, o assunto já fez parte do temário de outras AGO’s, e sendo debatido não foi acolhido pela maioria dos convencionais, mesmo sendo considerado por alguns como necessidade de adequação à Constituição Federal, conforme o artigo 226, parágrafo 3º, que reconhece a união estável entre homem e mulher.

Entre os últimos assuntos na pauta da 44ª AGO da CGADB em Belém do Pará, estava a questão da “União Estável”, que foi colocada em discussão na tarde desta quinta-feira (11).

Parecer da Comissão

Diante da exposição do assunto a Comissão presidida pelo pastor Ezequias Soares (SP), designada para analisar o assunto, por meio do seu relator, pastor Emanuel Barbosa Júnior, apresentou relatório em conformidade com a Resolução 001/2011 da AGO de Cuiabá-MT, onde diz que a Assembleia de Deus não reconhece a união estável.

Apesar do esforço, para dar uma solução às pendências existentes nas igrejas, não houve acordo e a proposta da UNIÃO ESTÁVEL, de autoria do pastor Abiezer Apolinário, “mesmo à título de se atender excepcionalidade e exceções” (conforme comentou o pastor Carlos Roberto), foi plenamente rejeitada pelo plenário da 44ª AGO em Belém (PA) na tarde desta quinta-feira.

Mantém-se, portanto, a decisão anterior vigente, tomada pelo plenário da AGO em Cuiabá (MT), que rejeita sob qualquer hipótese a União Estável como casamento formal.

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1 COMENTÁRIO

  1. Não concordo com a decisão , e acho que essas decisões não deviam ser tomadas só por lideranças e sim por um corpo de pessoas com opiniões e posições diferentes claro que sempre observando a bíblia mas sem querer fazer leis e falar que é de Deus .
    Mas mesmo sendo contrário a essa pauta respeito .

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