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CGADB não reconhece União Estável como forma de casamento

EM FOCO

Paulo Ponteshttps://www.searanews.com.br
Fundador e CEO Seara News, jornalista, cidadão vilavelhense, natural de Magé (RJ), pastor, com formação em teologia pastoral e catequética, autor do livro Você Tem Valor.
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Plenário da 44ª AGO da CGADB em Belém (PA) / Foto: Tiago Bertulino

Proposta de reconhecimento da união estável foi plenamente rejeitada pelo plenário da 44ª AGO em Belém (PA) na tarde desta quinta-feira (11).

A proposta de reconhecimento da união estável como uma forma de casamento, no ambiente da Assembleia Deus no Brasil, não foi aprovada pelo plenário da CGADB em Belém do Pará. O assunto estava em aberto desde a AGO em Cuiabá (MT), e ao longo dos anos conquistou muitos apoiadores.

Com opiniões divergentes, o assunto já fez parte do temário de outras AGO’s, e sendo debatido não foi acolhido pela maioria dos convencionais, mesmo sendo considerado por alguns como necessidade de adequação à Constituição Federal, conforme o artigo 226, parágrafo 3º, que reconhece a união estável entre homem e mulher.

Entre os últimos assuntos na pauta da 44ª AGO da CGADB em Belém do Pará, estava a questão da “União Estável”, que foi colocada em discussão na tarde desta quinta-feira (11).

Parecer da Comissão

Diante da exposição do assunto a Comissão presidida pelo pastor Ezequias Soares (SP), designada para analisar o assunto, por meio do seu relator, pastor Emanuel Barbosa Júnior, apresentou relatório em conformidade com a Resolução 001/2011 da AGO de Cuiabá-MT, onde diz que a Assembleia de Deus não reconhece a união estável.

Apesar do esforço, para dar uma solução às pendências existentes nas igrejas, não houve acordo e a proposta da UNIÃO ESTÁVEL, de autoria do pastor Abiezer Apolinário, “mesmo à título de se atender excepcionalidade e exceções” (conforme comentou o pastor Carlos Roberto), foi plenamente rejeitada pelo plenário da 44ª AGO em Belém (PA) na tarde desta quinta-feira.

Mantém-se, portanto, a decisão anterior vigente, tomada pelo plenário da AGO em Cuiabá (MT), que rejeita sob qualquer hipótese a União Estável como casamento formal.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Não concordo com a decisão , e acho que essas decisões não deviam ser tomadas só por lideranças e sim por um corpo de pessoas com opiniões e posições diferentes claro que sempre observando a bíblia mas sem querer fazer leis e falar que é de Deus .
    Mas mesmo sendo contrário a essa pauta respeito .

  2. Compreendo ser importante o posicionamento dos que creem ficar com o posicionamento biblico e cito então a exortação paulina:
    ” 4 Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, pondes na cadeira aos que são de menos estima na igreja?
    5 Para vos envergonhar o digo: Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos? 6 Mas o irmão vai a juízo com o irmão, e isso perante infiéis. “(1 Cor. 6:4-6 ARC)
    Deste modo, o assunto deve sim ser tratado pelos sábios da igreja, seja local, ou no caso das AD’s do Brasil, em CONVENÇÃO pelo fato de não sermos um gueto ou grupejo, mas uma necessidade de decisões para uma grande grupos de pastores que necessitam de embasamento às decisões a serem tomadas, pois podemos acabar em pleito perante os infiéis, pelo simples fato de nem todo judeu ser israelita(Rom.9:6).

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