Ao contrário de muitas igrejas, a CGADB ainda não reconhece o ministério feminino.

CGADB não aceita, mas convenções regionais já ungem mulheres como pastoras.

CGADB não aceita, mas convenções regionais já ungem mulheres como pastoras

Enquanto muitas igrejas aceitam a ordenação feminina, denominações como a Assembleia de Deus e Igreja Universal não consagram mulheres como pastoras, apenas missionárias ou obreiras. O assunto é polêmico e levanta um debate que já dura por décadas. Mas apesar disso, no Brasil temos muitas bispas, pastoras e até mesmo uma apóstola como é o caso de Valnice Milhomens que foi ungida em 2001.

No time das mulheres pregadoras podemos ainda citar o nome da Bispa Sônia Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo, a primeira mulher a ser ungida como bispa no Brasil, posto hoje ocupado por centenas de mulheres em diversas denominações.

Hoje algumas Assembleias de Deus até reconhecem a ordenação de mulheres, como é o caso da Assembleia de Deus Madureira que reconheceu a cantora Cassiane como pastora. Atitude que abriu caminho para que outras mulheres do ministério também recebessem o título.

Mas na Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) esse assunto não entra em pauta, o presidente pastor José Wellington Bezerra da Costa e toda a diretoria da maior denominação evangélica do país não concorda com o tema e opta em não aceitar mulheres como pastoras em todas as suas igrejas, assunto já tratado na convenção geral de 2001.

Por outro lado algumas convenções regionais já começam a aprovar o ministério pastoral das mulheres, tanto que a  Convenção das Assembleias de Deus do Distrito Federal aprovou recentemente a consagração de pastoras. O projeto foi aprovado depois de muito debate e 70% dos correligionários (1,5 mil membros) decidiram em aceitar a ordenação feminina e até 2012 50 mulheres deverão ser avaliadas para o cargo.

Nota:
No livro 100 mulheres que fizeram a história das Assembleias de Deus no Brasil constam as histórias de mulheres que foram pregadoras, ensinadoras, fundadoras e dirigentes de igrejas tais como Lina Nyström, Frida Vingren, Adina Nelson, Matilde Brusaca, Marieta Alves de Azevedo Melo, Irmã Estacília e Florência Silva Pereira, que pastoreou um campo com seis igrejas no Nordeste.

Fonte: Gospel Prime | http://100mulheresad.blogspot.com

2 COMENTÁRIOS

  1. É antibiblico consagrar a mulher no ministerio pastoral. Na biblia nenhuma mulher era sacerdote. Por que as mulheres querem exercer o ministério pastoral? A Bíblia não nos ensina consagrar mulheres como pastoras, apesar que as mulheres são guerreiras, laboriosas, tem muitas que pregam, que são benção, mas o Senhor Jesus nenhum momento consagrou mulher pra ser pastora foi pedro que foi. Amem.

  2. Eu particularmente não acho e nem vejo problema algum, a Bíblia não proíbe, e mais ela mostra que o derramar do Espírito Santo é para capacitar aqueles que irão atuar na obra. Se o Espírito Santo unge uma mulher, enche de poder ,é sinal que ela está apta ao trabalho no reino. Sendo assim, uma credencial nunca será maior do que o próprio Espírito Santo que separou, muito maior do que o título, haja vista que não tem na Bíblia missionária e, no entanto, se consagra. Então, para mim é pura hipocrisia e falta de entendimento, pois existe muitas várias mulheres de Deus que pastoreiam melhor que muitos homens!!!
    Pr. Gabriel Valentin

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