A CGADB que as Assembléias de Deus querem!

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(Seara News) - A CGADB que as Assembleias de Deus querem

Por Silvio Santo da Costa

A Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB), maior convenção de ministros da denominação pentecostal no país e uma das maiores do mundo passa por momentos turbulentos em seu vôo pós-centenário. A instituição representativa do clássico pentecostalismo tem sua importância cada vez mais relativizada e desacreditada por que suas mais influentes lideranças ministeriais se dedicam mais a brigar por interesses próprios do que a defender a emblemática Igreja de Cristo (que não é só composta pelas ADs). A muito que a CGADB não cumpre suas finalidades estatutárias por conta dos desentendimentos de seus pastores dirigentes (Capítulo I, artigo 3º de seu Estatuto). Pelo prisma da união e da convergência entre ministros e igrejas representadas pela sigla condutora da denominação, não restam dúvidas de que esses ideais de congraçamento foram abandonados e comprometidos frente ao quadro de instabilidades que se notabiliza por lá.

Escrevo este artigo como um crente em Jesus, que congrega numa Assembléia de Deus e que ora a favor da direção da denominação e por seus dirigentes nacionais e órgãos representativos. Este conjunto textual expõe nada mais e nada menos que o desejo de milhões de assembleianos para que a promulgação estatutária da CGADB seja cumprida e seus ideais refletidos na vida de nossos pastores e igrejas. Esclareço que não tomamos partido a favor ou contra a corrente de liderança do Norte ou da corrente em evidência do Sudeste que de forma publica e judicialmente se enfrentam numa “guerra nada santa”. Nossa postura é sobre a única base descente para uma instituição tão significante evangelicamente como a CGADB. Precisamos ver nos condutores da denominação virtudes e elementos cristãos como união, fraternidade, respeito, ética e decência. E é exatamente por não se notar essas graças na vida de tais representantes que paramos neste ponto de vitupérios e escárnios públicos.

Esta declaração é a favor do zelo e unidade da instituição religiosa, pelo testemunho denominacional e pela mensagem que nossos órgãos reguladores estão passando ao restante da comunidade evangélica brasileira e principalmente à sociedade que nos assiste atenta e crítica aos embates degradantes e nada cristãos que envolvem figuras vultosas de nossa convenção maior. O bom senso religioso e a lisura do verdadeiro caráter evangélico dão conta de que não existem outras vias para a CGADB senão ao retorno de seu propósito de unidade. Repugnamos o poder concentrado em esquemas patriarcais; esperamos por perdão e não por ações judiciais movidas de pastores contra pastores; oramos por arrependimento e não por enfrentamentos ultrajantes; desejamos que houvesse reparação de erros inaceitáveis praticados contra os próprios interesses da sigla e finalmente pelo cumprimento da reta justiça onde quem errou deve ter a dignidade de arcar com a conseqüência de seus pecados eclesiásticos e sair de cena para o bem da causa das Assembléias de Deus no Brasil.

A razão da boa fé pentecostal considera que o melhor para as Assembléias de Deus e a CGADB não será nem a presença do moderno e influente líder do norte e muito menos a do conservador e persistente líder do sudeste – nada contra suas distintas características, mas por fazerem de uma diferença ideológica e administrativa, uma desgraça institucional e um cisma convencional. Como representantes do diálogo, do respeito e da fraternidade pertinentes aos que devem ocupar aqueles honrados cargos nacionais das ADs – esses pastores não nos servem mais! Os tais nos submeteram por conta de seus próprios desejos de poder e propósitos de influência a meros expectadores de uma briga de interesses que põem em risco valores centenários da denominação. A única via é uma eleição com pastores submissos a vontade de Deus e não consumidos pela ganância do controle pelo império assembleiano!

O baixo clero e a leiga membresia são a voz mais expressiva e contundente das Assembléias de Deus e não concordam com os lamentáveis maus exemplos de improbidade eclesiástica, brigas pelo poder, escândalos financeiros, expertise fisiológico, condenáveis políticas convencionais e com a perda de aprovação social da igreja promovida por líderes que querem ser os donos da CGADB nem que para isso tenham que ser notícias em colunas de escândalos de portais seculares e cristãos de todo o pais. Pastores que tem contas a prestar ao Bispo de Nossas Almas, mas que mesmo assim, perseguem moralmente os que cruzam os seus caminhos de cobiça e arrogância religiosa. É por isso que a CGADB que as assembléias de Deus precisam dispensa esses gladiadores de causas próprias, que deixam dúvidas se amam ao próximo e muito menos a instituição que se desgastam por representar.

Silvio Santo da Costa – Cristão Capixaba

2 COMENTÁRIOS

  1. A única turbulência é a oposição que não aceita perder e fica disseminando a discórdia e mentiras contra a atual administração vale a pena lembrar que a oposição que tanto quer o poder não passam de baderneiros que nem se quer usa a revista da escola dominical CPAD como alguém que quer presidir a CGADB e não contribui em nada! não caiam nessas mentiras meus irmãos esses babacas não passam de teólogos da desgraça. Uma pessoa que põe um site no ar para ficar inventando e tumultuando não pode ser levado a sério aliás esse senhor mora no Rio de Janeiro e preside em Pará e sempre que entra na justiça dos homens”SINAL QUE NÃO ORA” recorre ao Estado do Amazonas! Só pode estar de brincadeira esse Senhor Rachou a convenção do Estado do Amazonas e deixou seu IRMÃO na presidência daquele Estado depois comprou de forma misteriosa a Igreja de São José dos Campos e deixou seu filho que nunca dirigiu uma igreja se quer UM BABACA DESSES NEM EM PENSAMENTO.

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