Casal cristão perde sétuplos em parto se negando a aceitar a redução seletiva de embriões

Guiados pela fé, Lindsey e Steve preferiram dar a chance dos sete bebês lutarem pela vida.

Casal cristão perde sétuplos em parto se negando a aceitar a redução seletiva de embriões
Lindsey Justice com seu marido Steve e suas filhas Hannah e Hope (Família Justice).

 

Um casal cristão do estado da Carolina do Norte, leste dos EUA, mostrou todo seu apego à fé depois de perder um conjunto de sétuplos.

- Publicidade -

Ao serem orientados pelos médicos a escolher a redução seletiva do número de embriões, os dois ignoraram e preferiram enaltecer o valor à vida, a fim de “salvar” a gravidez.

Lindsey e Steve Justice já são pais de um casal, formado por Hannah, de 4 anos, e Hope, de 2 anos, mas tinham plena certeza de que queriam aumentar a família.

Depois de tentar por vários meses, o casal decidiu arriscar e trabalhou em tratamentos de fertilidade. Sem dar certo, os dois consideraram a adoção, até que veio a surpresa.

Repentinamente, Lindsey foi avisada por seu médico de que estava finalmente grávida, mas ainda sem saber qual era o número de crianças.

Após seis semanas de gestação, os dois então foram informados de que alguma complicação poderia surgir, já que ela estaria esperando seis embriões ou mais.

Lindsey conta que o médico explicou que “o corpo humano não é feito para carregar mais de seis bebês” e que reduzir seletivamente seria uma questão de saúde, mas o casal não quis debater sobre a opção.

“Steven e eu nem sequer tivemos que olhar um para o outro. Isso (a redução) nem foi colocado como uma opção”, afirmou Lindsey.

Duas semanas depois, veio a confirmação de sete bebês, o que levou os dois a acreditar que deveriam manter a decisão, por se tratar de uma recompensa de Deus.

“Nós sabíamos que ao chegar nesse ponto, reafirmou, isto era Deus agindo. Não está em nossas mãos. Foi um milagre, um milagre. Fomos humilhados para receber a consideração de ser digno, mesmo que sejamos indignos de levar esta responsabilidade”, destacou.

Desde então, o casal procurou vivenciar cada momento como se fosse o único, como a escolha dos nomes e a gravação de vídeos de cada momento da gravidez.

Os dois estabeleceram uma meta de 23 semanas, a fim de dar uma chance de todos os bebês lutarem pela vida.

Após doze semanas, um bebê perdeu a vida ainda no útero. Em seguida, Lindsey entrou em trabalho de parto com 21 semanas, e o primeiro bebê faleceu quase que instantaneamente. Dez minutos depois, ela deu luz a outros cinco, que só viveram duas horas fora do útero.

Todos os bebês eram meninas, e intenção do casal era nomeá-las com as iniciais M, E, S, S, I, A e S, formando a palavra Messias.

Lindsey e Steve se mostram resignados, compreendendo “que não era a vontade de Deus” e que lutar pela vida de todas as meninas foi a decisão mais certa, em prol do caminho que Cristo guarda a todos nós.

“Eu tenho uma paz real sobre como tudo terminou. Deus tem um propósito maior dentro desta história que não podemos compreender. Temos visto um vislumbre deste propósito maior na transformação de nossos corações, não obstante as vidas transformadas e corações de centenas de amigos, familiares e estranhos que testemunham a história de um messias apontado como Jesus Cristo”, concluiu Lindsey.

Fonte: The Christian Post

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui