BABILÔNIA, a nova novela da Globo

por Pr. Antônio Mesquita

Esta novela não poderia ter outro nome! Não somos nós que a rotulamos de Babilônia, mas o próprio autor Gilberto Braga e a emissora Globo.

Por quê? Ora, porque o seu conteúdo, segundo seu mentor faz jus ao nome!

O que é e o que significa Babilônia? Realmente não existe Babilônia fora desse aspecto, conforme mostra a novela, senão na Bíblia!

Então, vamos tomar a deixa, que nos foi dada e comentar, pois, não fosse isso, teríamos de se intrometer na trama mundana, promíscua, desavergonhada e não menos profana: em oposição ao sagrado.

BABILÔNIA: O QUE SIGNIFICA?

Babilônia é o nome de uma cidade-império, cruel e profano, amparado por deuses-ídolos, que subjugou o povo de Deus e destruiu seu santuário.

Passou a ser tomado – depois também Roma -, como centro de profanação.

Apocalipse 17 dá esse nome à prostituta, analogia que lança para um centro religioso oponente ao divino e à pureza, a partir da sexualidade.

Para tanto, inserem duas senhoras, quase senis, Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg, mas, desavergonhadas e que se mostram publicamente se beijando como companheiras (e não casal, pois duas pessoas do mesmo sexo não se acasalam).

Dentro do mesmo assunto, que diz respeito à oposição ao sagrado, 1Tessalonicenses 2.4 diz respeito a essa prática: ‘… se opõe e se levanta contra tudo o que chama Deus ou se adora’. Ao pé da letra é: ‘Ele se coloca em posição exibindo-se publicamente’!

EXEMPLOS DE CORRUPÇÃO HUMANA

Ainda para fundamentar o concluiu maléfico, a novela trata também de uma ninfomaníaca. Ela é uma prostituta que se livra dos homens após relação sexual, com os mesmos.

Tem ainda um cafetão que restaura a prática das cortesãs de Corinto – prostitutas de luxo -, a vivificar essa prática promíscua.

Não estaria o espírito da Babilônia completo sem ainda maldades, corrupção e desequilíbrios.

Repare que há a nítida intenção de correlacionar corrupção, ambição, prostituição e homossexualismo.

BABILÔNIA, a nova novela da Globo
(ilustração da publicidade da novela)

REFERÊNCIA PROFÉTICA

Apocalipse 17 esclarece o seguinte:

‘Venha, e eu vou lhe mostrar como será castigada a famosa prostituta, aquela grande cidade que está construída perto de muitos rios. Os reis do mundo inteiro cometeram imoralidade sexual com ela, e os povos do mundo ficaram bêbados com o vinho da sua imoralidade.

A mulher usava um vestido cor de púrpura e vermelho vivo e estava coberta de enfeites de ouro, de pedras preciosas e pérolas. Na mão ela segurava uma taça de ouro cheia de vinho, que representava as suas práticas indecentes e a imundícia da sua imoralidade’.

Também, na sequência da profecia, o SENHOR chama a atenção para a sua imundície e conclama a que não se tenha parte nisso, com pragas previstas a quem dar-se a ela, como, no caso em tela, ao seu ibope.

“E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável.

Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias.

E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”, (Apocalipse 18.2-4).

FAMÍLIA TRATADA COM DESDÉM

Conforme artigo de Thiago Stivaletti, publicado pela Folha de SP, o autor da novela manda a família às favas e deixa claro a sua ‘fobiofamilia’ e desprezo por valores semelhantes. Clique aqui e leia o artigo de Thiago Stivaletti.

Pr. Antônio MesquitaAntônio Mesquita
Pastor, jornalista e escritor. Gestor-executivo da Comadems – Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado do Mato Grosso do Sul.
Editor do blog Fronteira Final.

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