As atitudes do líder Salomão
As atitudes do líder e o cuidado com a vida ministerial | Foto: Pixabay

Liderança: Uma visão das atitudes ministeriais conforme o primeiro livro dos Reis

Por Silvio Vinicius Martins

Meu desejo é compartilhar algumas atitudes de Salomão após tornar-se o mais novo líder da nação de Israel. Reconheço que a amplitude da vida deste rei não será permitida averiguar neste material, todavia, algumas pinceladas com a ajuda do Senhor verificaremos e certamente seremos edificados de tal maneira que teremos mais cuidado com a nossa vida ministerial. Para isto extrairemos as atitudes, com base no primeiro Livro dos Reis.

Primeira atitude do líder Salomão

A primeira atitude do líder Salomão está no capítulo 1 e versículo 52 que diz: “Então Salomão garantiu: Se ele se portar como uma pessoa leal, nem sequer um de seus cabelos lhe será arrancado; todavia se for surpreendido agindo desonestamente, ele certamente pagará com a própria vida!” (BKJ). A verdade aqui aplicada para nós, ministros do Evangelho, diz respeito a agirmos com justiça diante de uma situação. Quantos membros/congregados são injustiçados mediante um julgamento errado e impróprio? Quantos que agem de maneira negativa diante da sociedade e por terem um dízimo alto, por serem de família nobre e de destaque tanto fora como dentro da igreja deixamos nas suas ocupações na Casa de Deus, como se nada fizeram de errado? Quantos que são orientados a não infringir a ordem dada e continuam infringindo na maior cara de pau, pois dizem que nada lhes sucederá?

E para tal ação precisamos que ter a atitude de Salomão: “… todavia se for surpreendido agindo desonestamente, ele certamente pagará com a própria vida!”. Repito: Para nós quer dizer: Pagar pelos seus atos e não ficar impune. As Escrituras Sagradas recomendam que o líder deve seguir a justiça conforme 1 Timóteo 6.11. O líder deve ordenar que os seus (família, igreja) guardem o caminho do SENHOR com o objetivo de agir com justiça e juízo (Gn 18.19). O líder deve seguir o exemplo dAquele que o arregimentou para Ministério que é fazer justiça (Gn 18.25).

Ora, o líder não deve fazer injustiça no juízo, mais sim, com justiça julgar o próximo (Lv 19.15). O líder será recompensado pelo Senhor segundo sua ação de justiça (2 Sm 22.21). O líder deve orar pedido para Deus o conduzir nas veredas da justiça (Sl 23.3). O líder deve pregar a justiça na congregação (Sl 40.90). O líder necessita exercer a justiça em todos os tempos (Sl 106.3). O líder que semeia justiça receberá galardão (Pv 11.18). O amor de Deus atinge o líder que segue a justiça (Pv 15.9). O líder que evidencia a justiça terá seu ministério estabelecido (Pv 16.12).

E mais: O líder que seguir a justiça achará três coisas, a saber: a vida, a justiça e a honra (Pv 21.21). A justiça do líder deve exceder a de outros (Mt 5.20). O líder deve buscar a justiça em primeiro plano (Mt 6.33). O líder não deve julgar conforme a aparência (Jo 7.24). Meus queridos, homens como Davi, Noé, Daniel e Jó vivenciaram a justiça (2 Sm 8.15; Ez 14.14). Os juízes e oficiais deviam também julgar o povo com juízo de justiça (Dt 16.18).

Segunda atitude do líder Salomão

A segunda atitude bem interessante do líder Salomão foi que ele fez uma reposição de pessoas em alguns cargos conforme vemos no capítulo 2 e versículo 35 do livro em apreço que diz: “E o rei pôs a Benaia, filho de Joiada, em seu lugar sobre o exército, e a Zadoque, o sacerdote, pôs o rei em lugar de Abiatar”. Particularmente não vejo nada de mais em fazer reposição. Por exemplo: quando um candidato ao cargo de prefeito, de governador ou de presidente ganha a eleição, colocam a sua equipe, pois são pessoas que ele conhece e porque não dizer: confia. Lógico que não desmerecendo os que antes ocupavam tais cargos. Isto é apenas algo normal, sem muita complexidade. Apesar de que há aqueles que veem complexidade em tudo.

Segundo o Dicionário Michaelis o vocábulo reposição significa “colocação de alguém em substituição a outrem ou em posição ou função que ocupava antes”. O que está faltando em muitos é a conscientização deste elemento na vida ministerial. Fico imaginando para que fazer birra, mexerico, levantes, contendas, questões infrutíferas, comparações com o pastor que foi com o atual? Várias vezes ouvi a expressão: “Mudando o sacerdote, muda-se a lei”. E isto desde o pastor local alcançando até o presidente de Convenção, de Igreja, Setorial, etc.

Quando não aceitamos as mudanças promovidas pelo pastor e iniciamos uma batalha às vezes nas escondidas, demonstramos que há em nós um sentimento não nobre. Sou pastor de igreja e fico a imaginar comigo quando se faz necessário realizar algumas reposições por variados motivos na igreja e chego a observar alguém que na minha frente é uma cara, e por detrás tem outra.

Meus nobres companheiros de Ministério, aceitemos as reposições! Não tenhamos em nós um espírito de revolta ou rebeldia. Você já imaginou o que sofres quando realizas a reposição em teu campo de trabalho? Abramos a mente dos nossos liderados que a reposição não é nenhum bicho. É algo que se faz necessário! Os contrários a reposição são às vezes pessoas insubordinadas e que não aceitam sair de suas funções ou cargos, pensam que devem está ali eternamente! Qual é a tua mentalidade? Você não foi colocado no campo de trabalho para ser intrasferível. Você não é o dono da igreja. Você é uma peça que precisa ser posta em outro lugar para abençoar o povo de Deus. Será que você não entende e nem percebe que tem um tempo para estares no local de trabalho? Será que podes dizer que és servo? Ou és senhor? Cuidado! O Dono da Obra está de olhos bem aberto, olhando para a nossa disposição ou indisposição em aceitar a reposição.

Terceira atitude do líder Salomão

A terceira atitude do líder Salomão foi o pleno reconhecimento de que precisava de ajuda conforme vemos claramente isto no capítulo 3 e versículo 7 que diz: “Agora, pois, ó SENHOR meu Deus, tu fizeste reinar a teu servo em lugar de Davi meu pai; e sou apenas um menino pequeno; não sei como sair, nem como entrar”. Na Bíblia King James a parte b deste versículo diz: “…mas eu não passo de um jovem, que não sabe liderar”. Aqui, vejo sem sombras de dúvidas, a necessidade de ajudar que ele tinha. Diante disto, penso: Será que temos este mesmo reconhecimento?

Temos que ter a consciência de que sozinhos não conseguiremos nada! É preciso humildade para reconhecer que tem tal necessidade de ajuda, seja de Deus ou do próximo. É preciso reconhecer que necessitamos do Senhor para liderar qualquer área da igreja, para ministrar a sua Palavra com verdade nos cultos de ensinos, para aconselhar com seriedade e com muito cuidado, para ofertar uma palavra evangelizadora aos carentes de salvação, para dar um bom testemunho de tal forma que o mundo veja Cristo em nós etc.

É preciso reconhecer de que também necessitamos de obter ajuda do nosso próximo à semelhança de Moisés que no momento da batalha contra Amaleque teve suas mãos sustentadas por Arão e Hur (Êx 17.12), de Josué que enviou dois espias para Jericó e trouxe palavras boas a seu líder (Js 2.23,24), de Davi que teve um grupo denominados de Valentes e foram seus companheiros de luta e vitória (2 Sm 23.8-39), de Paulo que teve obreiros que estavam a seu lado querendo o bem da Obra de deus (Rm 16), do próprio Jesus que saiu e designou discípulos para continuarem a sua Obra (Mc 16.15).

Parece algo contraditório o que vou escrever, mas temos ainda obreiros que se acham capacitados para tudo e não necessitam de ajuda nem dos homens e até em certo sentido, de Deus também. Encontramos nos Escritos do Profeta Messiânico, Isaías, a declaração: “Um ao outro ajudou e ao seu companheiro disse: Esforça-te” (41.6). O salmista e profeta Davi disse em um de seus cânticos: “Com a tua ajuda posso atacar uma tropa; com o meu Deus posso transpor muralhas” (2 Sm 22.30).

Quarta atitude do líder Salomão

A quarta atitude do filho de Davi foi o trabalho realizado para fortificar o seu reino segundo vemos no capítulo 2 e versículo 12: “… e o seu reino se fortificou sobremaneira”. Certamente ele fez coisas corretas que desencadeou no sucesso como líder. O Dicionário Michaelis nos fornece o conceito do termo fortificar, a saber: Tornar (-se) forte; fortalecer(-se), robustecer(-se), manter-se forte ou fortalecido, tornar algo mais resistente; reforçar, solidificar. Percebo que tem o lado negativo e o positivo para se fortificar o ministério dado pelo Senhor. Esperamos em Deus que os novos obreiros levantados para servir a Deus e a seu povo possam ter em mente a conquista de um ministério solidificado de tal maneira que haja edificação mútua (Rm 14.19), que use o poder dado pelo Senhor com o intuito de edificar (2 Co 10.8; 13.10), que as palavras sejam sadias e promovedoras de edificação (Ef 4.29).

Para podermos com a graça de Deus termos um ministério fortificado positivamente devemos: cumprir fielmente nosso ministério (2 Tm 4.5), termos pessoas que nos sejam úteis (2 Tm 4.11), Lutar para não promover escândalo não seja censurado (2 Co 6.3), é fundamental atentar e cumprir o ministério que recebeu no Senhor(Cl 4.17), Exaltar seu ministério (Rm 11.13), Ser consciente de que alcançou por misericórdia  divina  fazer parte do ministério (At 1.17), perseverar na oração e no ministério da palavra (At 6.4).

Quinta atitude do líder Salomão

A quinta atitude encontrada está justamente no capítulo 3 e versículo 1 o qual diz: “E Salomão se aparentou com Faraó, rei do Egito…”. No hebraico este vocábulo aparentou-se dá a ideia de aliou-se, fez parceria, negociava com, andou em paz com. Com isto vejo a concordância desigual feita entre um que conhecia ao Deus verdadeiro e vivo para com outro que servia a vários deuses. É certo o que Paulo iluminado pelo Espírito Santo escreveu: “Jamais vos coloqueis em jugo desigual com os descrentes. Pois o que há de comum entre a justiça e a injustiça? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas? Que harmonia entre Cristo e Belial? Que parceria pode se estabelecer entre o crente e o incrédulo? E que acordo pode existir entre o templo de Deus e os ídolos? Porquanto somos santuário do Deus vivo. Como declarou o próprio Senhor: “Habitarei neles e entre eles caminharei; serei o seu Deus, e eles serão meu povo!” (2 Co 6.14-16).

Ora, não é bom o líder manter aliança ou aparentamento com pessoas ímpias. No Salmo 1.1,2 vemos: “Abençoado com felicidade é o homem que não segue o conselho dos ímpios, não se deixa influenciar pela conduta dos pecadores, nem se assenta na reunião dos zombadores. Ao contrário: sua plena satisfação está na lei do SENHOR, e na sua lei medita, dia e noite!” Temos outro exemplo claro de uma aliança feita entre dois reis, a saber: Acabe e Josafá, que mesmo conhecendo o Deus único, mas havia uma desigualdade espiritual e comportamental entre eles (1 Rs 22).

Diante disto, percebemos que o aparentamento tem duas vertentes como exposto aqui. Todavia, o obreiro que mantém sua comunhão com Deus não quererá comprometer seu relacionamento sadio com Deus por causa de amizade espiritual errada. Ora, é importante que o obreiro não tenha uma amizade profunda com o mundo, pois o apóstolo Tiago inspirado pelo Santo Espírito redigiu: “Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”, (4.4). Também vejo como interessante frisar que a amizade do mundo pode crescer para um amor que só afastará o obreiro de Deus conforme escreveu o apóstolo do amor, João, em sua Primeira Carta: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo”, (1 Jo 2.15,16).

Meus amados, é inaceitável que um obreiro queira viver aliado ou negociar as coisas santas para com os ímpios. Aqui forneço um exemplo: O que dizer de um obreiro que faz investimento das finanças da igreja na política? É de certo também e mui repugnante que entre obreiros haja a utilização da renda da igreja em falcatruas. Fomos chamados para ser exemplo e modelo. Fomos chamados para transmitir a retidão. Fomos escolhidos para mostrar “a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve” segundo o profeta Malaquias (3.18). Todo aquele que se aparenta com o que não presta, sofrerá. Está escrito: “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb 10.31).

O Senhor clama por obreiros que não se misture com as coisas do mundo, por obreiros que ensine o valor de uma vida santa diante de Deus e da sociedade, por obreiros que ainda queiram mostrar ao mundo e até dentro da igreja que Deus é santo e não aceita suborno espiritual e material, por obreiros que tenham comprometimento com o Evangelho puro, por obreiros que tenham seu testemunho comportamental impactante como o de Eliseu: “E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus”, 2 Rs 4.9.

O Senhor da Seara clama ainda por obreiros que não admirem “as pessoas por causa do interesse” (Jd 16), por obreiros que batalhem “pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 3), por obreiros não convertam “em dissolução a graça de Deus”, e nem neguem “a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo” (Jd 4), por obreiros que não entrem “pelo caminho de Caim”, e nem sejam “levados pelo engano do prêmio de Balaão”, e nem pereçam “na contradição de Coré” (Jd 11), por obreiros que aborreçam “até a roupa manchada da carne” (Jd 23).

Sexta atitude do líder Salomão

A sexta atitude do líder Salomão ainda está no capítulo 3 e versículo 3 que diz: “E Salomão amava ao Senhor…”. Com isto está firmado o amor da criatura e do Criador, do servo e do Senhor, da ovelha e do Pastor Supremo. O amor do obreiro pelo Senhor não pode ser dividido com o dinheiro (Mt 6.24), deve ser completo (Mc 12.33), verdadeiro (1 Jo 4.20), de entrega incondicional (Mt 10.39), está acima de qualquer coisa (Mt 19.29), ser conhecido na sua vida (Jo 5.42), ser permanente (Jo 15.9), seguido (1 Co 14.1).

É fundamental ao obreiro que ama o Senhor ter consciência de que nada pode lhe separar do amor de Deus (Rm 8.35, 39) e que para o Senhor Deus as coisas devem ser recheadas com amor (1 Co 16.14), pois o amor também para com o próximo não pode ter acepção (1 Co 16.24). O amor de Senhor para com o obreiro o constrange (2 Co 5.14), é provado (Rm 5.8), está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rm 5.5) desperta ódio por parte de outros (Mc 13.13)

Sétima atitude do líder Salomão

A sétima atitude de Salomão está manifesta no capítulo 4 e versículos 2-7: “Os seus principais assessores foram estes: Azarias, filho de Zadoque, o sacerdote; Eliorefe e Aías, filhos de Sisa, secretários; Josafá, filho de Ailude, arauto e cronista; Benaia, filho de Joiada, era comandante do exército; Zadoque e Abiatar: sacerdotes; Azarias, filho de Natã, chefe dos governadores distritais; Zabude, filho de Natã, era sacerdote e conselheiro pessoal do rei; Aisar: zelador responsável pelo palácio; Adonirão, filho de Abda: chefe dos servidores e escravos. Salomão tinha também doze governadores distritais sobre todo o Israel, que proviam o rei e sua casa; cada um cuidava do abastecimento durante um mês do ano”. Com isto percebe-se que o rei Salomão era um distribuidor de tarefas. Têm obreiros que não gostam de dividir ou distribuir tarefas com seus auxiliares. Querem fazer tudo sozinhos. Querem mais glória para si do que a glória de Deus manifesta no meio do povo. O Senhor Jesus saiu dividindo tarefas ministeriais conforme vemos em Efésios 4.11 que diz: “Assim, Ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres”.

O apóstolo dos gentios, Paulo, tinha um número de auxiliares que o assistiam na propagação do Evangelho e que zelavam pela obra do Senhor. Alguns deles encontramos em Colossenses 4.7-18, a saber: Tíquico, Onésimo, Aristarco, Marcos, o sobrinho de Barnabé, Jesus, chamado Justo, Epafras, Lucas, o médico amado e Ninfa. Outro texto que retrata um número de auxiliares que certamente tinha suas tarefas no reino é Romanos 16.1-23, onde encontramos Febe, Priscila, Áquila, Epêneto, Maria, Andrônico, Júnias, Amplias, Urbano, Estáquis, Apeles, família de Aristóbulo, Herodião, família de Narciso, os que estão no SENHOR, Trifena, Trifosa, Rufo, Asíncrito, Flegonte, Hermes, Pátrobas, Hermas, Filólogo, Júlia, Nereu e a sua irmã, Olimpas e a todos os santos que com eles estão, Timóteo, Lúcio, Jasom, Sosípatro, Tércio, Gaio, Erasto, procurador da cidade e o irmão Quarto. Que venhamos distribuir tarefas aos obreiros e não sobrecarregar a uns poucos. Será que podemos fazer isto?

Oitava atitude do líder Salomão

A oitava atitude do rei Salomão diz respeito a sua devoção em oferecer sacrifícios a Deus segundo se vê no capítulo 3 e versículo 15 que diz: “E acordou Salomão, e eis que era sonho. E indo a Jerusalém, pôs-se perante a arca da aliança do SENHOR, e sacrificou holocausto, e preparou sacrifícios pacíficos, e fez um banquete a todos os seus servos”. Exemplificamos aqui alguns personagens que evidenciaram em suas vidas a pratica de oferecer sacrifícios ao Senhor Deus, a saber: Jacó (Gn 46.1), Moisés com os israelitas (Êx 5.3), Jetro, o sogro de Moisés (Êx 18.12), Davi (1 Cr 16.2), Manassés (2 Cr 33.16), Neemias (Ne 12.43), Elcana com toda a sua casa (1 Sm 1.21).

Os sacrifícios que obreiros deve oferecer ao Senhor deve ser de justiça (Sl 4.5), produto de um concerto (Sl 50.5), contínuos (Sl 50.8), deve ter quebrantamento (Sl 51.17), voluntário (Sl 54.6), de louvor (Sl 107.22). É bom o obreiro nunca deixar de entender e compreender que Deus não aceita sacrifício de tolos (Ec 5.1), que infelizmente tem obreiro que não honra a Deus com sacrifícios (Is 43.23), que o Senhor Deus se agrada dos sacrifícios de beneficência e de comunicação (Hb 13.16), que fomos chamados para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo (1 Pd 2.5) e que não podemos ser participantes dos sacrifícios da idolatria (Ap 2.14,20).

Esperamos no Senhor Deus, dono da Seara e dos obreiros que desperte os mesmos a manterem atitudes saudáveis e gloriosas visando o bem-estar da obra do Senhor.


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