A solução para o mundo islâmico

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A solução para o mundo islâmico - Conflito

As notícias que chegam do Oriente Médio não deixam dúvidas de que outra vez a Paz tão almejada naquela região segue sendo uma realidade bem distante. Esse conflito parece não ter fim, e as tantas tréguas assumidas pelas partes envolvidas parecem tão somente adiar a chegada de dias esperançosos.

Desta vez, os conflitos coincidem com o Ramadã, mês mais sagrado para os adeptos do islamismo. Este é o tempo em que árabes muçulmanos estão mais inclinados a se dedicarem a sua fé e entender mais sobre o islã. Tempo perigoso, pois juntamente com o anseio pela busca espiritual, vemos também o abuso dos fundamentalistas aproveitando o momento difícil para difundir “erroneamente” o conceito da Jihad, a Guerra Santa.

Os conflitos que envolvem a causa palestina são sempre tomados por todos os árabes do mundo como a Grande Causa. Em tempos de Ramadã, isso faz com que os muçulmanos estejam ainda mais propensos a absorverem tudo em favor disso.

Estamos bem longe das áreas de conflito, mas basta conversar com qualquer pessoa por aqui para perceber o desejo de ver a justiça sendo cumprida por lá, na Terra Santa (justiça a partir do seu próprio ponto de vista).

Tanto ódio, o desejo de justiça à sua própria maneira e a sede de vingança, aliados ao zelo que esse mês sagrado traz por si só, podem ser uma combinação um tanto perigosa. Infelizmente, já podemos prever que os discursos nas mesquitas às sextas-feiras até o dia 28 de julho (quando termina o Ramadã) serão ainda mais emblemáticos.

Como quem já vive nesse contexto desde 2006, nossa proposta é que de fato seja estabelecida a Jihad. “O quê? Mas como esses missionários podem dizer isso?”, você pode se perguntar. Mas sim, é isso mesmo!

Propomos a Jihad sim, mas a autêntica. Aquela que significa o meu esforço diário, lutando comigo mesmo, para alcançar os requisitos providos somente por Deus para enfrentarmos a batalha da vida!

E quando citamos “guerra santa” não falamos daquela mencionada no Alcorão e nem da usurpada por religiosos islâmicos fundamentalistas, mas daquela que Paulo citou quando ao dirigir-se à igreja em Corinto: “Combati o bom combate, completei a carreira e guardei a fé” (2Co 4.7).

Na Bíblia em árabe, a tradução literal para o português aparece assim: “Verdadeiramente combati a boa Jihad”. A palavra é exatamente a mesma! O conceito é que é distinto. E nós ficamos com o conceito da Bíblia, é lógico. Porque, afinal, ele foi escrito primeiro e nós sabemos que nesse combate, o bom combate, as armas mais poderosas são a fé, a esperança e o amor.

Que neste Ramadã, você queira entrar em campo conosco pelas nações árabes muçulmanas.

Caleb e Rebeca Mubarak
missionários no Norte da África

Fonte: JMM

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