A dor da perseguição imposta aos cristãos

Missionários da Junta Mundial de Missões relatam um pouco sobre a dor da perseguição imposta aos cristãos no campo missionário.

A dor da perseguição religiosa é uma dura realidade imposta aos que se rendem a Cristo em muitos países. Fábio e Isabela Costa são os coordenadores missionários da JMM para o Sul e Sudeste da Ásia.

O casal compartilha nas linhas abaixo, um pouco da dor da perseguição imposta aos que seguem a Cristo.

Relato de Fábio e Isabela Costa

Estamos aqui coordenando o trabalho no Sul e Sudeste da Ásia. As ações de Missões Mundiais seguem firmes. Quanto maior o desafio, maior é o milagre do Senhor.

A cada semana temos contemplado a intervenção divina em cada detalhe. O número de missionários nacionais que tem sofrido perseguição, cresce a cada semana. Temos dado toda assistência e cuidado a cada um, incluindo também suas famílias.

Gostaria de compartilhar sobre o povo Rohingyas, de maioria muçulmana, que tem se refugiado em um país vizinho por causa da perseguição étnica que tem sofrido.

Alguns cristãos do povo Rohingya que estão nesse campo de refugiados sofrem severas perseguições.

O êxodo dos Rohingya teve início em meados de agosto de 2017, quando foi lançada uma operação militar do exército local contra o movimento rebelde Exército de Salvação do Estado de Rohingya.

O país, de maioria budista, não reconhece esta minoria e impõe múltiplas restrições aos rohingyas, nomeadamente a liberdade de movimentos.

Desde que a nacionalidade lhes foi retirada em 1982, os rohingyas têm sido submetidos a muitas restrições.

Os cristãos desse povo pedem aos cristãos do mundo inteiro que orem por todos os Rohingya, mais especificamente por seus companheiros cristãos.

Um desses refugiados escreveu para algumas organizações o seguinte texto:

“A situação do povo Rohingya está muito ruim agora. A maioria perdeu tudo: marido, esposas, filhos e lares, e muitos foram feridos pelos militares. A comida não é suficiente, e são precários os abrigos e cuidados médicos. Há algumas famílias que são seguidoras de Jesus. Todos elas se converteram do islamismo ao cristianismo. Mesmo que eles tenham escapado do país, não estão seguros aqui porque um grupo terrorista, Al Yakin, se formou dentro dos Rohingya e tem como alvo os cristãos que se converteram”.

Vamos juntos levantar um clamor em oração por esse povo!

Um cristão de joelhos vê mais longe que um filósofo nas pontas dos pés”. (Patrick Johnstone)

O apóstolo Paulo revela a necessidade de haver uma retaguarda para o combate no campo missionário. Em vários textos podemos encontrá-lo pedindo intercessão, como aos Romanos:

“Rogo-vos, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e também pelo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo [conosco] nas orações a Deus a meu favor [a nosso favor]” (Rm. 15.30 – grifo acrescentado).

Leia também: Missões Mundiais na Ásia

Os intercessores são o batalhão e dão o suporte espiritual para os guerreiros irem à linha de frente. É assim que somos como igreja e é assim que devemos encarar a grande comissão.

A oração intercessora é caracterizada pelo esforço de impedir a atuação do opositor e favorecer o servo do Senhor. Enfrentar o campo missionário é se deparar com oposições.

Paulo estava indo a Roma e sabia dos adversários e das adversidades que estavam a sua espera. Daí pede que haja luta em oração para que lhe favorecesse obter êxito em sua missão.

Podemos concluir que, na obra de Deus, o trabalho é cooperativo.

Assim, o trabalho do missionário e o do intercessor são um só combate, e o valor do serviço é o mesmo; por isso, a justa recompensa é atribuída igualmente a ambas as partes.

Adaptado com informações da Junta de Missões Mundiais.
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