POKEMÓN, ocultismo para crianças

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POKEMÓN, ocultismo para crianças

 

Depois de haverem poluído o espírito de adolescentes e jovens, os produtores de jogos eletrônicos e desenhos animados, utilizando-se de temas satânicos, apossam-se agora das crianças.

Iniciação no Ocultismo

A principal restrição que se faz em relação a produtos como os Pokemóns, diz respeito à exploração comercial. Além disso, estamos cientes de que eles são utilizados também, de maneira sutil e progressiva, para iniciar nossos filhos no mundo da magia. E o que dizer dos Digimóns? Estes vão ainda mais longe: introduzem as crianças no ocultismo psíquico, que se esconde subliminarmente em seus desenhos.

O nome pokemón significa “monstro de bolso”

Proibido nas Escolas

Criado inicialmente para adolescentes, os Pokemóns estão por toda parte: jogos eletrônicos, desenhos animados, filmes, histórias em quadrinhos, brinquedos, roupas e figurinhas. Na França, a mania de se trocar figurinhas dos Pokemóns acabou por criar um irrefreável delírio entre os alunos, obrigando as escolas a proibirem tal prática no ambiente de aula.

As figurinhas dos Pokemóns são produzidas e distribuídas por Wisards of the Cost (Os Feiticeiros da Costa). A mesma empresa dedica-se ainda a produzir jogos de ocultismo e magia, que na Europa já são bastante populares.

Heróis Nada Exemplares

Os Pokemóns estão longe de se constituírem em modelos para crianças. Ash Ketchum, o herói principal, é descrito como sendo “um garoto de dez anos enérgico e determinado; seu maior desejo: tornar-se o único mestre Pokemón do mundo”. Sua companheira, Misty, é geniosa e turrona; ela está constantemente brigando com Ash. Finalmente aparece Brock, que mostra uma singular repulsa pelo sexo oposto.

Gary, o mentor de Pokemón, também está longe de ser um exemplo: é egoísta, malicioso e agressivo. Quanto a Jessie e James, formam um casal detestável, contestador e obcecado pelas futilidades da moda.

Contumazes, implacáveis, egoístas, maliciosos, sem domínio de si mesmos, obcecados pelo sexo, odiosos, corruptos… O que tudo isso nos faz lembrar?

Canções dos Pokemóns

Suas canções são, na verdade, hinos de consagração religiosa e de guerra. Troque Pokemón pela palavra Jesus, e poderá incluir essas canções no hinário de sua igreja. Veja o rap de Pokemóns: “Viajarei por todos os lugares, procurando cada pokemón para sentir o poder que neles existe. Eu quero todos eles”. Esta última frase vem induzindo as crianças a consumirem, cada vez mais, os desenhos, os jogos e as revistas dos Pokemóns.

Ocultismo Não Disfarçado

Os Pokemóns têm habilidades sobrenaturais. A fonte de tais poderes é o panteísmo ocultista. Abra e Kadabra, nomes de dois pokemóns, são na verdade “palavras mágicas” bem conhecidas. Acerca do primeiro nome, dizem os seus criadores: “Utilizando-se de sua habilidade de ler pensamentos, ele pode identificar o perigo e evitá-lo”. Quanto a Kadabra, personagem que possui estrelas de cinco pontas sobre a fronte e o peito, faz saudação satânica com a mão esquerda. Tudo isto tem forte significado ocultista.

Alerta-nos a Bíblia que não podemos associar-nos com tais coisas (Deuteronômio 18.10-12). No site oficial dos Pokemóns na internet, há 150 descrições desses personagens. Como isso é triste!

Alguns hão de alegar que isso não passa de diversão. Sim é, mas esta vai contra Deus. E quando Ele adverte sobre o mal contido nestas coisas, é mal mesmo, seja qual for a sua forma de apresentação. Além do mais, entretimentos como estes vêm corrompendo as crianças, induzindo-as a assimilar princípios que lhes são nocivos à alma e à conduta moral.

Forças Invisíveis

Num livrete dos Pokemóns, há este sedutor apelo: “Leve seu Pokemón, e você poderá enfrentar qualquer coisa. Você tem o poder nas mãos, faça uso dele”. O apelo tem surtido efeito. As crianças carregam o seu Pokemón por toda a parte, como se fosse um talismã mágico. E, assim, são introduzidas no mundo do faz-de-conta, onde suas fantasias são malignamente trabalhadas. Brincando com o seu Pokemón, tornam-se elas canais das forças demoníacas que operam no mundo espiritual.

Berit Kjos, escritor e pesquisador, fala de uma senhora que viu dois meninos brigarem por causa de seus monstros de bolso. Num dado momento, um deles disse: “vou usar meus poderes psíquicos”. O mundo ilusório de Pokemón já havia condicionado aqueles garotos a se tornarem receptivos à doutrina ocultista.

O uso repetitivo do vocabulário, e dos princípios de Pokemón, vai mudando pouco a pouco os pensamentos da criança, pervertendo-lhe a personalidade. A necessidade compulsiva dos Pokemóns induz nossos filhos a andarem sempre em busca de emoções perigosas, levando-os a negligenciar os pais, o lar e os deveres.

Importância de um Espírito Puro

Adverte-nos a Bíblia a sermos prudentes com aquilo que nos ocupa o pensamento (Provérbios 4.23). Os jogos eletrônicos que damos aos nossos filhos, os programas de televisão que eles assistem, têm grande influência sobre o seu espírito.

Os psiquiatras estão finalmente prestes a compreender o que a Bíblia recomenda em Filipenses:

“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Filipenses 4.8).

Em outras palavras, as coisas com que você enche o espírito influenciam o seu modo de pensar, e os seus pensamentos acabarão por dirigir suas ações. Esta verdade foi comprovada na Escola Colombine, nos Estados Unidos, onde se deu um terrível massacre. Alguns estudantes haviam saturado suas mentes com jogos eletrônicos violentos, música gótica e leituras nocivas. Resultado: no dia 20 de abril de 1999 eles assassinaram a tiros doze alunos e professores.

Podem os Pokemóns influenciar as crianças? Sem dúvida alguma! Não ficarei surpreso quando uma criança lançar um jato de ácido ou um produto tóxico num de seus colegas como fazem esses bichinhos. Pais, aqui vai meu conselho: tome conta de seus filhos. Não permita que este lixo os corrompa.

Fonte: CACP Ministério Apologético
– Extraído da revista Pentecôte, da Assembleia de Deus na França
– Traduzido pelo Pr. Claudionor Corrêa de Andrade.

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