Pastores podem deixar CGADB e fundar nova Convenção Nacional

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Pastores podem deixar CGADB e fundar nova Convenção
Pr. Samuel Câmara poderá presidir a nova Convenção das Assembleias de Deus no Brasil

O desligamento em massa pode acontecer até o final de 2017

Embora extraoficial, a notícia que o pastor Samuel Câmara, líder da Assembleia de Deus (Igreja Mãe) em Belém do Pará, se prepara para deixar a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil – CGADB, acompanhado de 25.000 ministros, diversas convenções e líderes de todo país, está repercutindo grandemente na mídia evangélica, gerando uma série de opiniões principalmente no âmbito da denominação assembleiana.

Por não ter sido contestada, a notícia se mantém com fortes e claros sinais de veracidade, e vai dando forma e corpo ao movimento de pastores e líderes que apoiam o pastor Samuel Câmara. Mas, quais seriam essas convenções, ministérios e ou igrejas? Quem são e qual a origem desses 25.000 ministros que vão formar a nova instituição convencional? Conforme a notícia, pastores de todo o Brasil, num “caminho inevitável”, já estão se reunindo para formar uma nova convenção. Esse grande número de dissidentes deseja que o pastor Samuel Câmara, membro da CGADB há mais de 30 anos, assuma sua liderança. Por sua vez, Câmara não nega que recebe visita de pastores de diversos estados. O desligamento em massa desses ministros da CGADB pode acontecer até 31 de dezembro de 2017.

Segundo informações, reuniões de entendimento foram realizadas, em diferentes estados. A que supostamente aconteceu em Belém do Pará, teria sido para elaborar o Estatuto da nova Convenção Assembleiana brasileira, ainda sem ter o nome e sigla divulgado, mas seria uma convenção mais “livre e fiel às ideias históricas da Assembleia de Deus”, porém com algumas mudanças de impacto, como a ordenação de pastoras, que não acontece na CGADB. Fala-se também da implantação de uma editora para produzir e distribuir livros e material de Escola Dominical, além da formatação de um curso de teologia com certificação do MEC.

Não se pode negar o descontentamento de uma parte dos membros da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil – CGADB, que teve suas últimas eleições pontilhadas de processos jurídicos. Em 2013, as Convenções regionais das Assembleias de Deus do Sul do Brasil redigiram um manifesto em favor da unidade da denominação, para evitar mais uma divisão. E depois do tão esperado acordo histórico entre as maiores lideranças da AD no Brasil, resta orar!

3 COMENTÁRIOS

  1. Quem sou eu para que desse a devida atenção as minhas palavras? Neste caso, farei menção da palavra daquele que vela pela mesma para a fazer cumprir: LUCAS 11:17,23,28. (O ESPÍRITO SANTO TEM CLAMADO POR UNIDADE DA IGREJA DE CRISTO).

  2. Uma questão polêmica, mas já na primeira eleição haviam cogitado essa ação. Por um lado ganha-se força em união, comunicação e estreita-se os laços embora haja necessidade de organizar Convenções Estaduais , Assembléias Gerais ordinárias e extraordinárias, equipes Jurídicas, de Doutrina e Costumes e por aí vai… Oremos para que seja feita a vontade de Deus não a do homem!

  3. Já esperava por isso, enquanto tivermos monopólio de um grupo na liderança, isto irá acontecer. Devemos entender uma coisa, não é porque os mesmos são eleitos para liderar a Convenção, que Deus está aprovando – os, a escolha é dos homens, entendemos que é uma vontade permissiva de Deus, mas que está aprovando a conduta dos mesmos é outra situação.

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