A Genuína Predestinação Bíblica

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A Genuína Predestinação Bíblica

“A predestinação ensinada nas Escrituras Sagradas é sempre salvadora”

Por Claudionor de Andrade

INTRODUÇÃO

João não precisou de muitas palavras, para mostrar que Deus jamais predestinaria alguém à perdição eterna. No prólogo de seu evangelho, ele deixa bem patente que o amor divino não contempla exclusões; é sempre inclusivo. Mais adiante, descreve a ação salvadora do amoroso Pai com esta belíssima declaração do Cristo:

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

Logo, se o pecador receber Jesus, herdará a bem-aventurança eterna. Mas, recusando-o, será condenado ao eterno e indescritível suplício. Isso significa, que, até o momento da recusa consciente, nenhuma pré-condenação há contra esse pecador. Ele tanto pode salvar-se, crendo em Jesus, como perder-se, rejeitando-o.

Este é o Plano da Salvação que Jesus, por amar-nos singularmente, consumou no Calvário. Tendo a predestinação como uma de suas principais colunas, é eficaz para livrar-nos do pecado e da ira vindoura. Neste artigo, mostrarei, com a ajuda de Deus, que a predestinação ensinada nas Escrituras Sagradas é sempre salvadora. Os que Deus predestina, predestina-os sempre à salvação. E, quando alguém se perde, perde-se por não haver se curvado ao senhorio de Jesus Cristo.

1. UMA DEFINIÇÃO TRANQUILIZADORA

Se não fosse o rigor extremado da escolástica protestante do século 17, não estaríamos a debater, hoje, com tanta ênfase e desamor, a doutrina da predestinação. Para certos grupos, Agostinho e Calvino têm mais voz do que Paulo, e são mais ouvidos do que o próprio Cristo. Mas isso não deve levar-nos à guerra teológica ou à guerrilha hermenêutica. Deixemos, pois, a Palavra de Deus falar livremente, para que o Deus da Palavra fale com liberdade e redenção.

1. Definição etimológica. A palavra predestinação significa, etimologicamente, destinar antecipadamente. Em o Novo Testamento, o vocábulo grego proorizō, traduzido em nossas Bíblias como o verbo predestinar, traz a ideia de uma ação determinada, ou decidida, de antemão pelo amoroso e presciente Deus. O termo é usado por Paulo, a fim de ressaltar a beleza da salvação em Jesus Cristo (Rm 8.29,30; Ef 1.5, 11).

2. Definição teológica. O predestinacionismo é definido como a doutrina segundo a qual Deus, em sua inquestionável soberania, predestinou uma parte dos seres humano à salvação eterna, e outra, à eterna perdição. Assim entendia o teólogo francês João Calvino (1509-1564). Em cima dessa proposição, os protestantes, conhecidos como reformados, alicerçaram a sua soteriologia; é a pedra de esquina de todo o seu edifício teológico. O predestinacionismo é conhecido também como a dupla predestinação.

A predestinação genuinamente bíblica, porém, é o ensino de acordo com o qual Deus, com base em seu amor e presciência, elege para a vida eterna os que, ouvindo o chamamento da graça, não a resistem, mas, pela fé, recebem Jesus Cristo como o seu redentor pessoal (1 Pe 1.2; Ef 2.8,9). Logo, os que não atendem ao chamamento do Evangelho destinam-se, a si próprios, à condenação eterna (Jo 16.8-11).

Conforme já dissemos, a predestinação divina é sempre positiva. Deus jamais pré-condenaria alguém ao lago de fogo. Se, por um lado, é soberano, por outro, é amoroso, justo e bom. Quem se perde, perde-se por desprezar o Filho de Deus.

III. A PREDESTINAÇÃO DIVINA É SALVADORA

Na Bíblia Sagrada, não encontramos um versículo sequer, que nos autorize a afirmar ter o amoro Deus predestinado, quer um gentio, quer um judeu, ao lago de fogo. Em todos os casos em que aparece o verbo predestinar, contemplamos o Pai Celeste sempre a eleger, em seu pré-conhecimento, os que se predispõem, ao ouvir o Evangelho, a crer em Jesus Cristo e a recebê-lo como Redentor.

1. Eleitos na presciência de Deus. Em sua primeira epístola, Pedro descreve admiravelmente como se dá a nossa predestinação:

“eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas” (1Pe 1.2).

Desta passagem, infere-se logo que Deus predestinou-nos à vida eterna com base em seu amor presciente, tendo como parâmetro a nossa atitude frente ao Evangelho. Conhecendo-nos previamente a propensão à sua graça, aplainou-nos o caminho, para que, no trecho mais oportuno de nossa jornada, viéssemos a encontrar-nos com o Senhor Jesus. Haja vista o ocorrido com Paulo nas proximidades de Damasco (At 9.1-15). Já converso, o apóstolo reconhece haver sido escolhido pelo Senhor desde os seus antepassados (Gl 1:15; 2Tm 1:3).

2. Predestinados pelo conhecimento prévio de Deus. Na Carta aos Romanos, Paulo explica-nos de que maneira Deus nos predestinou à salvação:

“Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.28).

Tão clara é esta passagem, que ela, por si só, é suficiente para deitar por terra todo o edifício da dupla predestinação. Segundo ensina claramente o apóstolo, Deus, antes de predestinar-nos, conheceu-nos. E, só depois de conhecer-nos, foi que nos elegeu à salvação com base nos méritos de seu Filho, Jesus Cristo. O que experimentamos aqui? A atuação do amor presciente do Pai Celeste.

3. Predestinados para Deus por meio de Cristo. Ao predestinar-nos à vida eterna, Deus não foi movido apenas por sua inquestionável soberania; moveu-o também, antes e acima de tudo, o seu inexplicável amor, conforme realça o apóstolo:

“nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef 1.5).

Deus não nos predestinou meramente à salvação; ao predestinar-nos, adotou-nos como filhos em seu Filho. E, de forma tão carinhosa e terna, sempre fomos vistos pelo Pai Celeste. Pode haver maravilha maior que esta?

4. O chamamento dos predestinados. Num primeiro momento, Deus nos predestina à vida eterna; num segundo, chama-nos à revelação de Cristo através da proclamação do Evangelho. Ato contínuo, justifica-nos e, quando do arrebatamento, glorificar-nos-á, conforme acentua o apóstolo Paulo:

“E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.29).

Diante dessa cadeia de ouro, o que fazer? Proclamemos o Evangelho a todos, em todo o tempo e lugar, por todos os meios disponíveis. Ouçam-no todos, indistintamente. Muitos, constrangidos pela mensagem da cruz, receberão o Cordeiro. Quanto aos rebeldes, que se conscientizem do Juízo Final. De posse de um arbítrio livre, desimpedido, mas contumaz e soberbo, rejeitaram o Salvador de todos os homens (1Tm 4.10). Agora, resta-lhes a terrível expectativa do castigo eterno: o lago de fogo (Ap 20.15).

4. A predestinação no conselho da vontade divina. A base da predestinação genuinamente bíblica é o amor de Deus. Amando-nos com um amor ainda inexplicável, estabeleceu um plano para a salvação de toda a humanidade antes mesmo que viéssemos a existir. Atentemos ao que escreveu Paulo aos irmãos de Éfeso:

“Nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade” (Ef 1.11).

O maravilhoso conselho mencionado pelo apóstolo contemplava a criação do mundo, a formação do ser humano, a redenção deste e a nossa união eterna com o Pai através do Filho. E, para que o Plano de Salvação se efetivasse, Deus chamou, santificou e preparou dois povos (Gn 12.1-3). No Antigo Testamento, Israel. E, no Testamento Novo, a Igreja (Ef 3:9-11).

IV. A PREDESTINAÇÃO DE ISRAEL E DA IGREJA

Coletivamente, tanto Israel quanto a Igreja foram predestinados a serem povo de Deus. Eles jamais deixarão de ser a herança peculiar do Senhor. Individualmente, porém, cada um, de per si, deve perseverar até o fim, para que seja glorificado com o Senhor Jesus.

1. A predestinação de Israel. Em Abraão, o Senhor predestinou Israel a ser o povo escolhido e santo, por excelência, através do qual todas as famílias da terra seriam abençoadas (Gn 12.1-3). Moisés destaca os israelitas como a propriedade mui particular do Senhor (Dt 7.6). Mais adiante, já no tempo de Isaías, o Deus de Abraão declara amor eterno à progênie de Jacó (Is 44.21; 49:3). O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, confirma a predestinação dos hebreus como povo sacerdotal e profético do Senhor. No fechamento da História Sagrada, todo o Israel (o remanescente fiel e piedoso) será redimido, salvo e glorificado (Rm 11.26).

Se Israel, coletivamente, está predestinado a ser povo de Deus, individualmente, cada israelita é chamado a perseverar nos caminhos divinos até o fim. Por intermédio de Ezequiel, o Senhor é categórico quanto à responsabilidade de cada indivíduo:

“A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai, a iniquidade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a perversidade do perverso cairá sobre este” (Ez 18:20).

Logo, apesar da predestinação coletiva de Israel, como povo de Deus, ser um fato inquestionável, cada israelita é exortado a permanecer no caminho divino. Caso contrário, não será contato como propriedade do Senhor.

2. A predestinação da Igreja de Cristo. A Igreja, quer você persevere no caminho da santíssima fé, quer dele se desvie, jamais deixará de ser o povo Deus. Formada por judeus e gentios, ela foi predestinada, na mais remota eternidade, a ser a Noiva do Cordeiro (Ef 3.1-21). Por esse motivo, o próprio Senhor instiga-nos a ir até o fim, para que jamais venhamos a perder a salvação (Mt 24:13; Ap 2.10).

Infelizmente, não são poucos os que, apesar de haverem experimentado a salvação, vêm a desprezar o Cordeiro de Deus e a pisar o sangue da Nova Aliança (Hb 10.26-30). Mencionemos, também, os que, nestes últimos dias, apostatam da fé, ignorando por completo o Crucificado (1Tm 4.1). Os tais, apesar de terem feito, um dia, parte da Igreja de Cristo, de Cristo se desviaram. E, assim, deixaram de fazer parte de seu corpo místico.

Tendo em vista o que acima expusemos, uma pergunta faz-se imperiosa: Pode o predestinado vir a perder a salvação? Antes de a respondermos, vejamos como se dá o processo salvador na vida de quem recebe Jesus como o seu Salvador.

V. O PROCESSO DE SALVAÇÃO

1. A salvação na presciência divina. Deus conhece todas as coisas antes mesmo de estas tornarem-se fatos e proposições. Através de Isaías, Ele fala de sua presciência:

“Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (Is 46.9,10).

Em sua amorosa presciência, Deus já sabia, desde a mais impensada eternidade, quem haveria de receber o Senhor Jesus Cristo. Por esse motivo, alcançou, através do Evangelho, cada alma disposta a crer. Nós, portanto, fomos eleitos pelo Pai Celeste antes de virmos ao mundo, conforme enfatiza Pedro:

“eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas” (1Pe 1.2).

A declaração do apóstolo acha-se em perfeita consonância com a de Paulo: “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29).

Tendo em vista as passagens acima transcritas, concluímos que, para eleger-nos à vida eterna, Deus utilizou, em primeiro lugar, o amor, que jamais deixou de ser eterno, e a sua presciência, que sempre foi infalível. Ele não usaria nenhum critério que viesse a ferir os próprios atributos morais como o amor, a justiça, a benignidade e a misericórdia. Sua soberania, embora absoluta e inquestionável, é regida por tais virtudes. Portanto, o Deus dos santos profetas e dos apóstolos de Jesus Cristo jamais redigiria o chamado decreto horrível. Ou seja: a predestinação de uma parte de suas criaturas morais, quer anjos, quer homens, ao lago de fogo.

2. O chamamento à salvação. Sabendo, pois, de antemão quem receberia a Cristo, providenciou-nos Deus o chamamento através da pregação evangélica, conforme muito bem explicita Paulo:

“E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30).

Vejamos dois exemplos bastante emblemáticos extraídos dos Atos dos Apóstolos que nos ilustram o texto paulino.

O primeiro é o caso do oficial de Candace, rainha dos etíopes. Do texto sagrado, depreendemos que esse homem ia regularmente a Jerusalém, a fim de adorar a Deus. E, sabendo o Senhor que ele ansiava por salvação, ordenou a Filipe que o evangelizasse (At 8.26-30). Ouvida a palavra da fé, o etíope, recebendo prontamente a Jesus, requer o batismo (At 8.26-30).

Eis, agora, o caso do centurião romano. Este homem austero e grave, fazia continuas orações ao Senhor e, para agradá-lo, socorria os pobres. Sabendo Deus que o seu coração estava predisposto a aceitar Jesus, ordenou que Pedro o evangelizasse. Diante da proclamação do Evangelho, recebeu a fé, e, de imediato, foi batizado no Espírito Santo e até línguas falou (At 10.44-48).

Todavia, não devemos evitar a pergunta: Mesmo conhecido, eleito e predestinado, pode o crente vir a perder a salvação? Busquemos elucidar a questão que tem incomodado tanta gente.

VI. A PERDA DA SALVAÇÃO

Para respondermos a essa pergunta, evoquemos o episódio de Atos que narra o naufrágio do navio que levava Paulo a Roma. O apóstolo, ante a iminência do desastre, exorta tripulantes e passageiros a permanecerem a bordo. Se o escutassem, ninguém pereceria. Caso contrário, perder-se-iam. Que todos estavam predestinados a se salvar, não resta dúvida. Contudo, havia uma condição: conservar-se a bordo (At 27.30,31).

De igual forma, dá-se com o salvo. Que ele está predestinado a salvar-se, não há dúvida. Entrementes, deve perseverar até o fim, conforme recomenda o Senhor Jesus (Mc 13.13). Isso não significa que a perda da salvação é algo corriqueiro e banal na vida do povo de Deus, pois temos a consolar-nos a doutrina da perseverança dos santos.

1. A perseverança dos santos. Embora rejeitemos o ensino da segurança absoluta e incondicional de salvação, temos a consolar-nos a doutrina da perseverança do crente neste mundo que jaz no maligno. Eis como Judas, irmão de Tiago, alenta-nos ante as vicissitudes de nossa jornada:

“Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória, ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. Amém!” (Jd 1.24,25).

Não obstante os perigos que nos cercam a peregrinação à Nova Jerusalém, a Bíblia Sagrada garante-nos que é possível ter, neste mundo, uma vida santa, irrepreensível, testemunhal e confessante, sem tropeços, até chegarmos à presença de Deus. Afiança-nos Paulo: “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp 1:6). Logo, a nossa trajetória espiritual, à semelhança da luz da aurora, vai brilhando cada vez mais, até ser dia perfeito (Pv 4.18).

2. A salvação exige perseverança até o fim. A mesma Bíblia que nos alenta com a doutrina da perseverança, persuade-nos à responsabilidade pessoal. Em suas páginas, o Espírito Santo desperta-nos a perseverar até o fim (Hb 10.38). Ouçamos o Senhor Jesus. Em seus discursos e alocuções, encoraja cada discípulo a ir até o fim, para que seja total, plena e eternamente salvo (Mt 10.22; 24.13; Mc 13.13).

Já que temos as promessas da eleição e as bem-aventuranças da predestinação, vivamos em permanente oração e vigilância (Mt 26.41). Caso contrário, perderemos a coroa da vida eterna (Tg 1,12; Ap 2.10).

CONCLUSÃO

Predestinados à eternidade com Deus, não tenhamos uma espiritualidade desleixada e leniente. Esforcemo-nos, então, por alcançar a excelência cristã, pois o Pai Celeste espera sempre o melhor de seus filhos. Eis o que nos recomenda o apóstolo na Epístola aos Hebreus:

“Quanto a vós outros, todavia, ó amados, estamos persuadidos das coisas que são melhores e pertencentes à salvação, ainda que falamos desta maneira” (Hb 6.9).

Quanto à possibilidade de o crente predestinado vir a perder a salvação, como alguns de fato a perderam, não vivamos amedrontados, pois temos a ajudar-nos o Espírito Santo. Eis o que Ele promete-nos através do apóstolo:

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28).

Que o Senhor nos ajude a permanecer firmes em seus caminhos, pois, em breve, virá Ele buscar-nos para vivermos na Jerusalém Celeste.

 

Claudionor Correa de AndradeClaudionor Correa de Andrade
pastor assembleiano, um dos principais teólogos pentecostais brasileiros; um dos editores da Bíblia de Estudo Pentecostal, e o primeiro Diretor de Publicações da Editorial Patmos, braço da CPAD para o mercado hispano. Escritor, com centenas de artigos e ensaios editados nos periódicos pentecostais de grande circulação no Brasil, comentários para Lições Bíblicas para EBD; palestras no Curso de Aperfeiçoamento de Professores de EBD (CAPED); e autor de duas dezenas de livros.

1 COMENTÁRIO

  1. A bem verdade é que este artigo mais atrapalha que ajuda, parece que da mais munição aos artilheros calvinostas.
    Para quem deseja entender esse confusão reformada que estamos mergulhados, não esclareceu tanto.

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